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Software Livre

Lançado o Software Público Com Br

Atenção: não recebi nenhum tipo de incentivo ($$$) para esse post. Apenas achei a ideia interessante, e resolvi compartilhá-la.

Por quê?

Fenômeno no mundo digital e algo que toma proporções impensáveis, que atinge uma fatia enorme do mercado e que ainda consegue surpreender neste mundo tão dinâmico. Assim tem sido o Software Público promovido pelo Ministério do Planejamento do Governo Federal Brasileiro nos últimos anos.

O impulso filosófico, tecnológico e mercadológico gerado pela iniciativa de fomentar os órgãos públicos, empresas e desenvolvedores independentes a publicar seus softwares sob uma licença livre – neste caso a GPL – em um portal capitaneado pelo Governo Brasileiro tem transformado a velha forma de participação de todos esses atores na composição do mercado de tecnologia nacional.

Na esteira do processo, contando inclusive com o mercado público para fomentar os negócios em torno dos softwares, é que nasce a Software Público Com Br, com o objetivo de hospedar na Internet soluções disponibilizadas no Portal do Software Público Brasileiro.

Qual é o produto?

O primeiro produto a ser hospedado no Portal é o sistema de gestão para Prefeituras chamado e-cidade, que deverá atender os governos municipais de pequeno e médio porte, permitindo a anulação do custo de licenciamento e de suportes obrigatórios envolvidos. Oferecendo a infra-estrutura e a assistência técnica para ter sua versão do e-cidade, aliada a simplicidade do acesso via Internet, qualquer Prefeitura do país pode, em questão de minutos, ter seu sistema de gestão administrativa, financeira ou educacional disponível e atendendo suas necessidades.

Fabrízio Mello, um dos diretores, comenta: “Alguns dos programas [do portal] são grandes e complexos demais para que pequenas empresas e Prefeituras possam fazer uso deles sozinhos. Então, entendemos que estamos criando as condições necessárias para que todos se beneficiem do uso dos Softwares Públicos.”

Liberdade

“A Software Público Com Br tem o compromisso com a liberdade e por isso não cria amarras de nenhum tipo. Todos os módulos do e-cidade estão disponíveis e sempre que a Prefeitura desejar ela poderá solicitar todas as suas informações e migrar para outro fornecedor” comenta Eduardo Santos um dos diretores da iniciativa.

Simplificar o uso e acesso a sistemas que antes eram corporativos demais para serem utilizados na Internet tem sido uma forte tendência de mercado. É o caso dos sistemas de gestão de ambientes clusterizados e que a Amazon transformou em algo muito simples com seus serviços de Cloud. Antes veio a popularização das páginas web, onde com poucos cliques e alguma imaginação pode-se ter um domínio próprio e sua página personalizada.

Negócios

Há um grande equívoco em associar Software Livre e Público com gratuidade. É claro que a infra estrutura e os serviços correlatos à tecnologia da informação têm que ser financiados de alguma forma. O que muda é o modelo: no Mundo Livre o modelo é dos serviços e não o da venda da licença. Busca-se empoderar o cliente e não torná-lo dependente da solução.

Com foco na hospedagem e somente nela, criam-se outras demandas decorrentes do uso dos Softwares Públicos, tais como: consultorias, treinamentos, fluxogramas e todo tipo de personalização. Os negócios correlatos não devem fazer parte do rol de serviços a serem explorados pela Software Público Com Br: “cada pinguím no seu iceberg” comenta Anahuac de Paula Gil, o outro Diretor da Software Público Com Br.

O site é homônimo ao do Portal do Governo Federal, mas com a extensão “.com.br”, portanto atenção! http://www.softwarepublico.com.br

Não deixe de conferir a promoção de lançamento!


E-book gratuito sobre LibreOffice Calc Avançado

Não é novidade que o LibreOffice vem ganhando cada vez mais espaço, e muitas pessoas que antes só conheciam o Microsoft Office, agora estão começando a experimentar o LibreOffice. Mas apesar de o OpenOffice (antecessor do LibreOffice) já existir há um bom tempo, não há tanto material escrito disponível sobre o assunto, especialmente de uma ferramenta: o LibreOffice Calc, que é equivalente ao Microsoft Excel.

Para suprir o espaço aberto nessa Lacuna, os irmãos Ueritom Ribeiro Borges e Klaibson Natal Ribeiro Borges resolveram escrever o e-book LibreOffice Calc Avançado, que é totalmente gratuito. Os temas abordados no livro são:

1. FUNÇÕES INTERMEDIÁRIAS E AVANÇADAS
1.1 FUNÇÃO SE
1.2 FUNÇÃO CONT.SE
1.3 FUNÇÃO SOMASE
1.4 FUNÇÃO CONT.NÚM
1.5 FUNÇÃO CONT.VALORES
1.6 FUNÇÕES E E OU
1.7. FUNÇÃO PROCV7

2. RECURSOS ADICIONAIS DO CALC
2.1 AUTOFILTRO
2.2 CLASSIFICAR DADOS
2.3 VALIDAÇÃO
2.4 DEFINIR NOMES
2.5 PROTEGER CÉLULAS

3. ASSISTENTE DE DADOS
3.1 TABELA DINÂMICA
3.2 CRIANDO GRÁFICOS A PARTIR DE UMA TABELA DINÂMICA

4. MACROS
4.1 – PROGRAMANDO MACROS E FUNÇÕES
4.2 – CRIANDO FUNÇÕES CALC NO BASIC

Para baixar o e-book, clique aqui.


O Projeto Libcdr agora permite a leitura e conversão de arquivos de todas as versões do Corel DRAW

O Projeto Libcdr agora permite ler e converter para SVG (formato livre) arquivos de todas as versões do Corel Draw. O libcdr fez algo que nem a Corel foi capaz.

A biblioteca agora é capaz de ler arquivos CDR de todas as versões – da 1 à 16. As versões mais antigas do Corel – codinome Waldo – usavam um sistema de arquivos que não têm nada a ver com as versões atuais para armazenar os arquivos CDR. Era 1987, quando os sistemas ainda eram de 16 bits.

Em 1992 a Corel lançou o Corel Draw 3, que criava arquivos baseados no padrão RIFF. A versão 5 foi a última a ler os arquivos gerados na versão 1 e 2, e só podia gravar nas versões 3 e 4 (além da 5).

O Waldo estava enterrado. Até agora.

Pronto para uma viagem no tempo? Fridrich Strba, o desenvolvedor principal do libcdr, liberou um screenshot do Corel DRAW 2:

Corel Draw v2

Agora veja essa mesma imagem convertida em SVG

SVG

Isso só serve para confirmar, mais uma vez, a importância de armazenar arquivos em formatos livres. Os próprios "fabricantes" de software negligenciam as versões antigas de seus formatos, o que faz com que, muitas vezes, dados importantíssimos sejam perdidos.

Tradução livre do artigo: Libcdr resurrects Waldo, gets basic spot colors support


Liberation Fonts: Uma alternativa livre às fontes proprietárias do Windows

O Linux, principalmente o Ubuntu, tem se tornado cada vez mais popular. Apesar de não ter os mesmo programas – e isso nunca foi objetivo da comunidade Linux – existem alternativas para a maioria dos softwares utilizados no Windows.

Um problema que muitos têm quando se deparam com o LibreOffice / OpenOffice / BrOffice no Linux está relacionado às fontes. Arial, Times New Roman e cia. não estão disponíveis, porque são proprietárias da Microsoft, ou seja, ela possui todos os direitos sobre essas fontes. Existem textos que só podem ser redigidos em uma fonte específica, como por exemplo trabalhos acadêmicos, monografias, dissertações e teses de doutorado, que seguem as regras da ABNT, que por sua vez exige Arial ou Times New Roman.

Então o que fazer? Voltar para o Windows? A resposta é não! Existem duas coisas que você pode fazer:

1. Você pode baixar essas fontes e instalar no Windows. Isso mesmo! Simples assim. Veja como fazer isso no Ubuntu aqui.

2. O caminho mais sensato – na minha opinião: utilizar as fontes livres que já vem no sistema, e são praticamente idênticas às da Microsoft. As maioria das fontes foram criadas por Steve Matteson, da Ascender Corp e licenciadas como GPL v2 (com algumas exceções) pela Red Hat em 2008, e obteve contribuição da Oracle em 2010.

As fontes disponíveis no pacote Liberation Fontes são: Liberation Sans, Liberation Serif, Liberation Mono e Liberation Sans Narrow. Elas possuem mesmo espaçamento horizontal e vertical que as da Microsoft – sem deixar de ter sua própria identidade – o que quer dizer que a quantidade de linhas e páginas não é alterada. Quer saber qual fonte equivale a qual? Veja nas imagens abaixo:

Liberation Serif é equivalente à Times New Roman

Liberation Serif é equivalente à Times New Roman

Liberation Sans é equivalente à Arial

Liberation Sans é equivalente à Arial

Liberation Mono é equivalente à Courier New

Liberation Mono é equivalente à Courier New

A última fonte adicionada ao pacote foi a Liberation Sans Narrow, que foi colaboração da Oracle em 2010 e é equivalente à Arial Narrow.

Agora você não pode mais usar  a desculpa de voltar para o Windows por causa do Office! :)


Lançada a Edição 25 da Revista Espírito Livre!

Revista Espírito Livre 25

Revista Espírito Livre 25

Pra quem ainda não conhece, vale a pena dar uma olhada. A revista é eletrônica (PDF) e gratuita. Traz várias novidades do “mundo do software livre” e está completando dois anos. Veja o editorial:

Chega o mês de abril, mês em que a Revista Espírito Livre completa 2 anos de existência. E o que dizer nestes dois anos em que a revista esteve presente na vidas dos leitores e dos colaboradores envolvidos? Muita coisa! Muita coisa dizer. Confesso que não imaginei que chegaríamos tão longe. Também não imaginei que teria caminhando ao meu lado, tanta gente envolvida em causas importantes, causas que tornam o meu e o seu cotidiano, diferente. Trouxemos à tona assuntos que alguns haviam sido esquecidos, assuntos densos e complexos, assuntos bacanas e aplicáveis no dia a dia. Muita gente passou por estas páginas, sejam do Brasil, ou de fora. Sejam para divulgar materiais, sejam para sugerir e opinar, dando sua versão, sua contribuição. E como era de se esperar, conforme a empreitada vai ficando maior, os problemas que antes nem existiam, começam a aparecer, e aos montes. O que antes se fazia por puro hobbie, começa a tomar proporções antes não imaginadas. E o projeto vai tomando forma e se tornando adulto, criando subprojetos, com novas perspectivas e novos desafios. Os poucos que se juntaram na caminhada, em seu início, hoje se misturam a tantos outros, que continuam conosco mês a mês, e a tantos outros que também já não estão mais por aqui.

E as conquistas? Ah, estas foram muitas! E a mais recente delas é nosso próprio ISSN. Em breve apresentaremos mais detalhes a respeito. Em breve estaremos com site novo e ações ainda mais movimentadas dentro das mídias sociais existentes. Será que teremos uma edição internacional? E edições impressas, que antes nem faziam parte dos planos?! Tem muita coisa legal vindo por aí!

Mas nem tudo são flores… Em meio a problemas, sejam de saúde, de falta de tempo e disponibilidade, de motivação, vamos caminhando, mas não cansados ou desanimados, e sim atuantes e certos que o caminho a seguir é este, cada vez com mais envolvidos, com novos olhares, que trazem novas óticas, novos pontos de vista e novas reflexões. A meu ver, em resumo, batemos a marca de dois anos de obstáculos, dois anos de conquistas!

E nesta edição de aniversário, o tema é um tanto quanto polêmico e por muitos, não compreendido ou aceito. Sabemos que existem inúmeras distribuições GNU/Linux, cada uma com um propósito e público-alvo bem específicos. Entretanto, com o passar do tempo, as distribuições, para acompanharem certas inovações ou recursos disponíveis, acabaram incluindo, seja em seu kernel, seja em seus repositórios oficiais, conteúdos não-livres e muitas vezes sem informar a seus usuários. Esta é uma realidade em praticamente todas as distribuições conhecidas e utilizadas. E é nesta realidade que também existem as distribuições Linux 100% Livres, que não são a maioria, mas estão presentes em muitos computadores e estão lá por um propósito: prover liberdade.

Neste contexto, conversamos com vários colaboradores que estão envolvidos neste tema, nos trazendo matérias sobre este assunto. Como entrevista internacional, conversamos com Rubén Rodríguez Pérez, líder do Projeto Trisquel Linux, uma das distribuições 100% livres, e bastante popular entre aqueles que buscam um desktop linux bonito, estável e 100% livre.

Além do tema de capa, recebemos uma quantidade enorme de novos materiais, que poderão ser encontramos nas suas respectivas seções. Também voltamos, a todo vapor, com novas promoções entre os leitores da revista! Então estejam atentos, pois muita coisa bacana está a caminho.

Para finalizar, neste segundo aniversário, venho mais uma vez agradecer a todos os envolvidos com a Revista Espírito Livre. Um abraço forte a todos!

baixe aqui a revista


Governo da Letônia passará a utilizar o Open Document Format (ODF) em seus órgãos

Quarta-feira passada Simon Phipps, antigo responsável pelo programa open-source da Sun, escreveu em seu blog sobre a apresentação numa conferência na Letônia sobre o Open Document Format (ODF). O ODF é formato de livre de texto (equivalente ao DOC, da Microsoft), planilha (equivalente ao XLS) e vários outros. O padrão é utilizado no BrOffice, OpenOffice, LibreOffice etc. Ele conta que o governo da Letônia fez um anúncio oficial de que, de agora em diante, todos os departamentos do Governo da Letônia irão aceitar documentos no formato ODF.

Apesar de ser um país bastante pequeno e não tão influente na economia internacional, essa tendência deve alcançar vários outros países europeus nos próximos anos. O problema de se usar formatos proprietários (como o DOC) para armazenar os documentos oficiais ou de valor histórico é que somente a empresa detentora do formato (no caso, a Microsoft) conhece o processo de armazenamento da informação. Isso quer dizer que, se em 10, 20 ou 50 anos o formato for extinto, por exemplo, toda a informação corre risco de se perder.

Apesar de ser possível – com o BrOffice, OpenOffice e o LibreOffice – abrir arquivos no formato DOC, não existem garantias de que toda a integridade da informação e formatação do documento foi preservada quando o arquivo é aberto por um desses programas. Além disso, traz outro problema: os governos se tornam dependentes de uma tecnologia proprietária quando existe uma tecnologia livre e gratuita equivalente. Muito dinheiro é gasto em licenças desnecessárias.

O formato ODF também pode ser aberto pelos produtos da Microsoft, então uma pessoa que já tenha o Office em seu computador não precisa instalar outro programa, apesar de esses softwares serem gratuitos.

Fonte: The H Open Source


Inproprietário: O Mundo do Software Livre

O documentário Inproprietário: O Mundo do Software Livre, com duração de 32 minutos, conta com a participação de Richard Stallman e outros amantes de software livre e aborda desde a história da criação do Unix que teve durante um breve período de vida o seu código aberto e que tornou assim a sua derivação e larga utilização em universidades nos EUA possível em meados da década de 70, mas que foi fechado pela AT&T e que fez nascer assim a ideia do software livre e o surgimento do movimento GNU e mais adiante o kernel do Linux.

Leia mais sobre o filme aqui: http://www.vivaolinux.com.br/dica/Documentario-INPROPRIETARIO-O-Mundo-do-Software-Livre


Julio Neves e Sergio Amadeu no Jô Soares

Um bom exemplo de como Jô Soares pode facilmente estragar uma entrevista que tinha tudo pra ser ótima. Ele desviou o assunto completamente para o conteúdo do Wikipedia!


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