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Habilitando e desabilitando o Touchpad no Linux

Existe um comando para habilitar e desabilitar o Touchpad no Linux.

Abra o Terminal (CTRL + T).

Para habilitar:

synclient TouchpadOff=0

Para desabilitar:

synclient TouchpadOff=1

Se você preferir, crie scripts para facilitar a chamada a esses comandos.

Fonte: http://ubuntuforum-pt.org/index.php?topic=48778.0

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Como criar script Linux

Esse é mais um daqueles artigos ultra diretos. É bem feijão com arroz. Só pra criar um script rapidinho para que você possa chamar uma lista de comandos a partir de qualquer lugar pela linha de comando.

Primeiro abra o Terminal (No Linux Mint, Ubuntu e Debian: CTRL + ALT + T).

Pegue as permissões de root:

sudo su

Crie o arquivo do script com o nano:

nano /usr/bin/meuscript

O comando acima vai criar o arquivo meuscript na pasta /usr/bin/. Essa é uma das pastas que você pode armazenar seu script para que ele seja chamado de qualquer lugar. Por exemplo: vocé só precisaria digitar meuscript e ele seria executado.

Comece seu script com a seguinte linha:

#!/bin/sh

A linha acima irá dizer qual interpretador será utilizado, evitando alguns problemas.

No exemplo, vou executar um script que salva a data atual em um arquivo de texto. Então seria algo assim:

#!/bin/sh

#Salva a data atual no arquivo /tmp/testemeuscript.txt
date > /tmp/testemeuscript.txt

Com exceção da primeira linha, tudo que começa com # é comentário, ou seja, não será executado. Quando você usa o símbolo de maior que (>), será enviada a saída desse comando ao arquivo definido. Nesse caso, a saída de date para /tmp/testemeuscript.txt.

Se você usar apenas um "maior que" (>), ele limpará o arquivo antes de salvar os dados. Se colocar dois "maior que" (>>).

Digite CTRL + O e em seguida Enter para salvar o arquivo, e em seguida CTRL + X para sair do nano e voltar ao terminal.

Por último, você precisa dar permissão de execução ao script:

chmod +x /usr/bin/meuscript

E agora você pode executá-lo:

meuscript

Aparentemente nada aconteceu, mas acredite: aconteceu! 😛

Vamos ver a data salva no arquivo de texto:

cat /tmp/testemeuscript.txt

Se deu tudo certo, a data apareceu pra você! Lembre-se que o diretório /tmp/ é apagado quando o sistema inicia, ou seja, é só pra coisas temporárias :P. O comando cat lê o arquivo e exibe na tela. Se precisar imprimir algo na tela, use o echo, como no exemplo:

echo date

É isso! Dùvidas? Pergunte nos comentários!

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Testando a conexão do seu desktop ou servidor Linux por linha de comando com o Speedtest-cli

O Speedtest.net é uma ferramenta bem conhecida e confiável para realização de testes de velocidade. Ele tem diversos servidores de teste espalhandos pelo mundo, e vai escolher o mais próximo ao lugar onde você está, para um teste mais confiável.

Há alguns anos fiz esse artigo sobre teste de velocidade de internet, mas hoje em dia o que eu faço é criar um script que testa periodicamente a velocidade (coloco de hora em hora) e salva os resultados em um log.

Vou mostrar como fazer. Abra o Terminal (CTRL+ALT+T).

Primeiro você deve verificar a versão do python que você tem instalada. Deve ser superior à 2.4:

python -V

Os três comandos abaixo vão baixar, dar permissão de execução e mover para /usr/bin, assim ele poderá ser chamado a partir de qualquer lugar.

sudo wget https://raw.github.com/sivel/speedtest-cli/master/speedtest_cli.py
sudo chmod a+rx speedtest_cli.py
sudo mv speedtest_cli.py /usr/bin/speedtest-cli

Agora você pode rodar o comando abaixo:

speedtest-cli

E terá um resultado como esse:

Retrieving speedtest.net configuration...
Retrieving speedtest.net server list...
Testing from Global Village Telecom (177.158.236.209)...
Selecting best server based on latency...
Hosted by UAUBR (Simao Dias) [76.36 km]: 9.644 ms
Testing download speed........................................
Download: 14.33 Mbit/s
Testing upload speed..................................................
Upload: 5.22 Mbit/s
Share results: http://www.speedtest.net/result/5269792489.png

E assim será possível constatar que estou sendo roubado pela operadora, já que contratei 50 Mega e estou recebendo menos de 15 😛

Uma coisa bem interessante é o "Share results" onde ele disponibiliza um link para a imagem de resumo do teste realizado, assim dá pra deixar registrado e compartilhar com outras pessoas, da mesma forma que é feito pelo site do Speedtest.net.

Também podemos criar um script que testa periodicamente e guarda o dados em um log.

Digite sudo nano /usr/bin/speedtest.sh (ou outro nome que desejar) e coloque o conteúdo abaixo:

#!/bin/bash

#Script que testa velocidade da internet utilizando o Speedtest.net
#Autor: Tiago Passos
#Fonte: http://blog.tiagopassos.com/2016/04/22/testando-a-conexao-do-seu-desktop-ou-servidor-linux-por-linha-de-comando-speedtest-cli/

echo "###" >> ~/speedtest.log
date >> ~/speedtest.log
speedtest-cli --share >> ~/speedtest.log
date >> ~/speedtest.log
echo "###" >> ~/speedtest.log
echo "" >> ~/speedtest.log

Não esqueça de dar permissão de execução:

sudo chmod +x /usr/bin/speedtest.sh

Nesse caso eu salvei o log na raiz do usuário logado (~/speedtest.log), mas você pode escolher outro lugar. Adicionei a data (date) porque o teste não, mostra na saída de texto, nenhuma data.

Pra completar, podemos colocar o teste no cron. Para executar de hora em hora. Digite:

crontab -e

E acrescente a linha:

0 * * * * speedtest.sh

Pronto! Deu certo? Deu errado? Teve que fazer diferente? Comente!

Fonte:


Compatibilidade do Notebook DELL I14-5448-C25 e do Wi-Fi Intel 7265

Comprei um Notebook Notebook DELL I14-5448-C25, que vem com a placa Wi-Fi Intel 7265, recentemente, e estou escrevendo esse post apenas para registrar que ele não é compatível com o Linux (especificamente o Linux Mint).

Com isso quero dizer que, se você instalar o Linux Mint 17 nele, nem tudo vai funcionar automaticamente, em especial a placa wi-fi e a placa de rede.

A placa wi-fi chega a conectar, mas fica totalmente instável, com conexão lenta e perda de pacotes após alguns minutos, até que eventualmente para de funcionar até que você reinicie a placa.

O que eu gostaria de escrever nesse post é como fazer pra que ela funcione corretamente. E para isso pesquisei em vários fóruns, que davam várias sugestões (links abaixo). Como tentei muitas coisas diferentes, é difícil dizer o que realmente funcionou, e para ter certeza do que funcionou, eu teria que reinstalar o Linux Mint (coisa que nesse momento exato não tenho tempo para fazer).

Como não queria que toda a pesquisa passasse em branco, resolvi fazer esse post para que sirva de guia pra quem tiver o mesmo problema.

O que consegui na verdade não foi a solução do problema, e sim uma solução de contorno.

As placas WI FI modernas vem com suporte a 3 padrões diferentes (B, G e N). Para fazer funcionar, tive que desativar o suporte ao padrão N, com conexões mais rápidas, porque supostamente é aí que reside o bug que faz a placa ficar instável. O efeito colateral disso é que a conexão máxima seria do padrão G (54Mbps). Mas como dificilmente me conecto em uma rede maior que isso, pra mim não faz tanta diferença.

Outra coisa que fiz e talvez ajude foi atualizar para o Kernel 4.5. Também desativei o modo de economia de energia, o que também deve ter ajudado.

Quando instalei o Kernel novo, o monitor, que antes ficava com um brilho bem baixo, também começou a funcionar corretamente.

O problema que realmente não consegui resolver ainda foi a placa de rede (Ethernet, cabeada) que não funciona.

Se alguém identificar a solução mais efetiva para o problema do WI-FI e da Ethernet, peço encarecidamente que compartilhe aqui nos comentários. Adicionarei ao artigo com os devidos créditos.

Segue abaixo todos os links que utilizei, para referência:


Instalando o Kernel 4.5 no Linux Mint, Ubuntu e Debian rapidamente

Essa é uma daquelas dicas rápidas. Então vamo lá:

Acesse o terminal (CTRL + ALT + T).

Para Kernel de 32 bits, digite o comando:

cd /tmp; wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_i386.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500_4.5.0-040500.201603140130_all.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-image-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_i386.deb; sudo dpkg -i *.deb

Para Kernel de 64 bits, digite o comando:

cd /tmp; wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_amd64.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500_4.5.0-040500.201603140130_all.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-image-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_amd64.deb; sudo dpkg -i *.deb

Depois você precisa atualizar o GRUB:

sudo update-grub

E reiniciar o computador:

sudo reboot

Pronto! Está tudo atualizado! 🙂

Informações adicionais:

Pra saber a versão atual do Kernel, digite:

uname -r

Caso queira remover o Kernel instalado:

sudo apt-get purge linux-image-4.5-*

E em seguida atualize o GRUB novamente

sudo update-grub

Você pode escolher usar uma das versões anteriores quando iniciar o sistema.

Esse tutorial foi testado no Linux Mint 17, mas a principio funciona no Debian e Ubuntu sem problemas.

Fonte: https://mintguide.org/system/584-install-linux-kernel-4-5-stable-on-linux-mint.html


Como instalar o mod_rewrite para PHP do Apache2 no Linux

Para instalar o mod_rewrite no Ubuntu ou Linux Mint, abra o terminal (CTRL + ALT + T) e digite:

sudo a2enmod rewrite
service apache2 restart

Pronto!

Se você executar o primeiro comando novamente, o sistema confirmará que o mod_rewrite já está ativo com a seguinte mensagem:

Module rewrite already enabled

Testado no Linux Mint 17, e deverá funcionar também no Ubuntu 14.04

Fonte: https://www.digitalocean.com/community/tutorials/how-to-set-up-mod_rewrite-for-apache-on-ubuntu-14-04


Como instalar a extensão intl para PHP do Apache2 no Linux

Para instalar a extensão intl para PHP no Ubuntu ou Linux Mint, abra o terminal (CTRL + ALT + T) e digite:

sudo apt-get update
sudo apt-get upgrade
sudo apt-get install php5-intl
sudo /etc/init.d/apache2 restart

Pronto! 🙂

Testado no Linux Mint 17, e deverá funcionar também no Ubuntu 14.04

Fonte: http://php.net/manual/pt_BR/intl.setup.php


Configurando Proxy pelo Terminal no Linux Mint e Ubuntu para utilizar o apt-get

Se você está em uma rede em que um proxy precisa ser configurado manualmente e não está conseguindo utilizar o apt (Exemplo: apt-get update) no Linux Mint ou Ubuntu, pode ser necessário configurar manualmente o Proxy. Sendo assim, execute os abaixo no Terminal (CTRL + ALT + T):

No Linux Mint:

sudo pluma /etc/apt/apt.conf

No Linux Ubuntu:

sudo gedit /etc/apt/apt.conf

Se o proxy POSSUI usuário e senha, coloque o seguinte conteúdo no arquivo:

Acquire::http::proxy "http://Usuario:Senha@Servidor:Porta/";
Acquire::https::proxy "https://Usuario:Senha@Servidor:Porta/";
Acquire::ftp::proxy "ftp://Usuario:Senha@Servidor:Porta/";
Acquire::socks::proxy "socks://Usuario:Senha@Servidor:Porta/";

Se o proxy NÃO POSSUI usuário e senha, coloque o seguinte conteúdo no arquivo:

Acquire::http::proxy "http://Servidor:Porta/";
Acquire::https::proxy "https://Servidor:Porta/";
Acquire::ftp::proxy "ftp://Servidor:Porta/";
Acquire::socks::proxy "socks://Servidor:Porta/";

Pronto. Agora seu proxy está funcionando! Dúvidas? Pergunte nos comentários!

O procedimento foi testado no Linux Mint 17

Fonte: http://community.linuxmint.com/tutorial/view/2002


Instalando o PostgreSQL no Linux Mint ou Ubuntu

Para instalar o PostgreSQL no Linux Mint ou Ubuntu, primeiramente você precisa criar um arquivo "source" para ser utilizado com o apt-get.

Abra o Terminal (CTRL + ALT + T) e digite:

sudo touch /etc/apt/sources.list.d/pgdg.list

Depois edite o arquivo com o editor de sua preferência. Usarei o pluma (Linux Mint). No Ubuntu você pode usar o gedit.

sudo pluma /etc/apt/sources.list.d/pgdg.list

A configuração abaixo serve para o Linux Mint 17 ou Ubuntu 14.04 (Trusty). Caso esteja utilizando outra versão, será necessário utilizar o repositório adequado. Dentro do arquivo, coloque o seguinte conteúdo:

deb http://apt.postgresql.org/pub/repos/apt/ trusty-pgdg main

Salve o arquivo e digite as seguintes linhas (uma por uma):

sudo apt-get install wget ca-certificates -y
wget --quiet -O - https://www.postgresql.org/media/keys/ACCC4CF8.asc | sudo apt-key add -
sudo apt-get update -y
sudo apt-get upgrade -y
sudo apt-get install postgresql-9.4 pgadmin3 -y

Note que a linha "sudo apt-get upgrade -y" pode demorar bastante. O parâmetro -y serve para que não sejam feitas perguntas (sim para tudo).

Pronto! O PostgreSQL está instalado. Para este artigo foi utilizado o PostgreSQL 9.4 e o Linux Mint 17.

Agora você vai precisar definir uma senha para o PostgreSQL e em seguida pode começar a utilizá-lo!

Fonte: http://www.codeproject.com/Articles/898303/Installing-and-Configuring-PostgreSQL-on-Linux-Min

 


Minha experiência com o Uber

Uber

Normalmente, quando estou em outra cidade, faço o possível para utilizar transporte público, já que Taxi costuma ser bastante caro. Além disso o transporte público oferece uma visão mais realista da cidade. Mas em alguns casos, como quando estamos com muita bagagem ou voltando à noite de algum lugar, o Taxi é uma ferramenta importante, porém cheia de problemas em muitos lugares. Entre eles:

  • Motoristas mal educados
  • Motoristas que vão por trajetos mais longos, se aproveitando do fato de você não conhecer a cidade
  • Segurança, visto que muitas vezes é quase impossível identificar um taxi ou taxista, caso haja algum problema.
  • Dificuldade de conseguir um Taxi, em muitas situações.

Claro que nem todos os Taxistas são ruins, e existem muitos que são ótimos profissionais. Mas os problemas acima acontecem muito mais do que deveria.

Estive recentemente no Rio de Janeiro (capital) e minha impressão foi que ali opera um dos piores serviços de Taxi que já utilizei (senão o pior). Os serviços de radio-taxi não funcionam como deveriam, e na maioria das vezes você tem que ir para a rua procurar de um taxi. Nem aplicativos como o Easy Taxi funcionaram bem comigo, pois muitas vezes o motorista aceitava uma corrida e logo depois cancelava.

Já em São Paulo, onde também estive recentemente, o serviço de Taxi aparenta ser melhor, mas não é barato.

Coincidentemente, São Paulo e Rio de Janeiro são duas cinco cidades onde o Uber opera no Brasil. As outras são Belo Horizonte, Brasília e, mais recentemente, Porto Alegre.

Não sabe o que é Uber? Clique aqui e veja um artigo completíssimo sobre o assunto.

Vantagens

Diferente de um Taxi comum, acredito que a maior vantagem do Uber é que o motorista é avaliado individualmente no fim de cada corrida, e caso sua nota baixe muito, ele é expulso do serviço. Ou seja: ou presta um serviço descente ou cai fora. Mas as vantagens não param por aí:

  • Apesar de no início o Uber disponibilizar em algumas cidades apenas carros de luxo (Uber Black), atualmente existem várias categorias:
    • UberX – O mais barato, porém também com serviço muito bom
    • UberPet – Aceita e tem espaço para animais de estimação
    • UberBike – Com suporte para bicicleta
    • UberBag – O mais recente, com porta-malas grande
  • É possível estimar o valor da corrida antes de chamar um motorista, pelo próprio aplicativo.
  • As cobranças são feitas no cartão de crédito quando sua corrida chega ao fim, simplificando o pagamento.
  • Caso aconteça qualquer tipo de problema, todas as corridas e os motoristas que as realizaram estão registrados em um histórico, que o próprio usuário tem acesso.
  • O trajeto utilizado pelos motoristas normalmente é o sugerido Waze, que costuma ser a melhor opção, evitando congestionamentos. Mas caso deseje, é possível dizer o caminho a ser seguido pelo motorista.
  • É possível dividir o valor da corrida com outra pessoa diretamente pelo aplicativo, ou seja, cada um é cobrado diretamente no seu cartão de crédito.
  • E a melhor de todas: é muito mais barato que Taxi. Segundo a empresa, chega a ser 35% mais barato. Nas corridas que peguei, o valor chegou a ser quase 50% mais barato. Exemplo: da Vila Mariana (São Paulo) para o Aeroporto de Guarulhos em Bandeira 1, um Taxi custou R$120, e com Uber R$60.

Tarifa dinâmica

Esse é  um assunto polêmico, e tem pontos positivos e negativos. Eu mesmo fui cobrado dessa forma. Vou explicar: no ano novo é bastante comum que não tenha nenhum Taxi na rua em quase todas as cidades. Afinal, os taxistas têm família, e nada mais justo que comemorar com elas.

Com os motoristas do Uber não é diferente. E no ano novo em São Paulo, não tinha praticamente nenhum trabalhando na rua. Assim o Uber começou a funcionar com a tarifa dinâmica: o valor é multiplicado por 2 ou 3 vezes para estimular que os motoristas vão para a rua trabalhar. Assim que a quantidade ser normaliza, o preço volta ao normal.

Isso tem um lado bom e um ruim: o ruim é óbvio. Pegou muita gente de surpresa, e o aplicativo deveria ter sido mais claro sobre isso. Antes de solicitar a corrida, é exibido um aviso, mas eu (e muita gente) nem sabia que isso existia!

O lado bom é que, se não fosse dessa forma, eu não voltaria pra casa!

Mesmo assim, a empresa vai ter que prestar explicações sobre assunto, já que a cobrança foi considerada abusiva.

Problemas legais

Muitas cidades proibiram o Uber de funcionar. São Paulo terá o serviço completamente legalizado em breve, e no Rio de Janeiro atualmente o serviço funciona sob liminar. Belo Horizonte também está em processo de regulamentação.

Existem pessoas que são contra o Uber por acreditar, geralmente, que o serviço precariza a atividade de Taxista, que tem que pagar Taxas e impostos e agora tem que enfrentar uma concorrência desleal.

Eu também tinha essa opinião, mas mudei após analisar com mais calma. Em primeiro lugar, a profissão de Taxista já é precarizada. Normalmente os Taxistas não tem qualquer direito garantido e não são donos do ponto de taxi, tendo que pagar diárias abusivas para poder circular. Quem ganha dinheiro de verdade com o serviço de Taxi, geralmente, são os donos dos pontos, e não os taxistas.

Um estudo também aponta que o Uber não "tira" a corrida dos taxistas.

Sem falar que o serviço de Taxi, da forma como funciona, já não atende mais a população. É importantíssimo que surjam novas opções, como é o caso do Uber, das bicicletas compartilhadas, e mais recentemente o RideWith, do Google.

Segurança

Esse é um assunto chato, mas é importantante falar sobre isso. Tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo aconteceram vários casos de Taxistas que abordaram carros do Uber, destruíram o automóvel e agrediram o motorista. Esse tipo de comportamento é absurdo e criminoso,

Apesar de a probabilidade de que isso aconteça com você em um carro do Uber seja muito baixa, para evitar isso basta sentar no banco da frente. Essa é a única forma que os Taxistas tem como identificar um carro do Uber (quando o passageiro está no banco de trás e o banco da frente está vazio).

Cupom de desconto!

Cadastre-se no Uber utilizando o cupom de desconto uj125ag3ue e ganhe R$15 (quinze reais) de desconto na primeira viagem.

É interessante que você já deixe o aplicativo configurado e com o cartão de crédito cadastrado para que, quando você precise, ele já esteja disponível para ser usado.

Mais informações:


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