Os Mitos do Dinheiro de Gabriel Torres (E-Book Gratuito)

Gabriel Torres já ganhou muito dinheiro. Escreveu 24 livros sobre tecnologia, e é dono do bastante conhecido Clube do Hardware. Mas o problema dele não era ganhar dinheiro, e sim cuidar do próprio dinheiro.

Por muito tempo gastou muito e de forma pouco cuidadosa, até que percebeu que deveria começar a investir em sua educação financeira. Já leu mais de 140 livros sobre o tema "dinheiro" e resolver compartilhar o que aprendeu no livro "Os Mitos do Dinheiro".

Diferente de muitos autores de livros do assunto, ele já era milionário depois de escrever o livro, o que dá a ele uma boa propriedade para falar sobre o assunto, pois muitos autores de livros sobre "como ficar rico" conseguiram ficar ricos vendendo os próprios livros. Estranho, não?

Além disso, resolveu distribuir o livro em formato digital e gratuitamente ao invés de vendê-lo de forma tradicional. Para cada capítulo do livro ele também disponibilizou um vídeo com comentários.

Baixe os capítulos e veja os vídeos:

Introdução (PDF)

Capítulo 1 (PDF)

Capítulo 2 (PDF)

Capítulo 3 (PDF)

Capítulo 4 (PDF)

Capítulo 5 (PDF)

Capítulo 6 (PDF)


Organize seu dinheiro com o Toshl (Android, IPhone e Windows Phone)

Crédito ou Débito? Cheque ou Dinheiro? Aceita ticket? E vale transporte?

Organização financeira: uma coisa tão simples, mas ao mesmo tempo tão complexa, que muitas pessoas – talvez a maioria das pessoas – simplesmente deixa pra lá e resolve viver ao "deus dará financeiro".

Moedas

A ideia central de um gerenciamento financeiro é: você precisa ter seus gastos registrados para poder saber para onde o dinheiro vai. Só é possível gerenciar o que pode ser medido!

Inicialmente eu pensei em todo mês analisar meu extrato do banco e ir colocando numa planilhas os gastos que fiz no débito, mas me deparei com três problemas:

  1. Era muito trabalhoso organizar essa informação e dava uma preguiça enorme fazer isso.
  2. Ainda tinham alguns gastos que não podiam ser feitos no débito nem crédito.
  3. Vários estabelecimentos apareciam com nomes estranhos, e algumas vezes eu não conseguia lembrar que compra era aquela ("Restaurante Coma Bem" aparecia como "Josefina da Silva").

Depois de tentar ajustar meu método de várias formas, eu percebi que o maior problema era o registro da informação. O único jeito que realmente tem funcionado para mim é: fiz um gasto, registro no aplicativo. No começo é meio chato, mas com o tempo você faz sem perceber.

Testei vários aplicativos mas o que mais me agradou foi o Toshl. Ele tem uma interface bem simples, prática e com ótima usabilidade. Além disso, funciona no IPhone, Android, Windows Phone até no Symbian!

Toshl - Aplicativo para Controle Financeiro

Veja algumas das principais funcionalidades:

  • Registro de gastos recorrentes (que você paga todo mês, por exemplo) para não ter que ficar cadastrando tudo novamente todo mês.
  • Funciona com várias moedas (reais, dólares, euros e várias outras), o que facilita a organização em viagens
  • Fácil de exportar os dados para o Excel, caso você deseje utilizá-los na sua própria planilha
  • É possível criar orçamentos, o que vai ajudar a "domar" seus gastos
  • Sincronização automática com o site do aplicativo, assim você não perde todo seu controle caso tenha o celular roubado.
  • Visualização de todos os dados pelo site do aplicativo.

Acesse o site do Toshl e tire suas próprias conclusões. É grátis! 😉


Como passar em um concurso de TI (Tecnologia da Informação)

Mais qualidade de vida, estabilidade e (em alguns casos) salários maiores. É isso o que muita gente procura quando decide começar a estudar para concursos. Esse artigo não tem a intenção de ser um guia definitivo para aprovação em concursos. Também não é minha intenção mostrar o caminho das pedras para passar em um desses concursos TOP, que pagam mais de 10 mil reais, como Banco Central e CGU.

É mais um relato de quais ferramentas e estratégias utilizei para passar em concursos na área de Tecnologia da Informação TI.

Mas antes, pra contextualizar, um pouco sobre mim (se preferir, pode pular o trecho abaixo):

Desde o início de minha adolescência me interessei por computadores. Aprendi HTML aos catorze anos e mais ou menos nessa mesma época (1999, acredito) tive meu primeiro contato com Linux. Sempre quis aprender a programar, mas provavelmente por falta de persistência, só uns 4 anos depois comecei a estudar (PHP). Queria estudar Ciências da Computação, mas como sempre fui ruim em matemática (e por um pouco de covardia, também) resolvi fazer outro curso: Geografia (quase a mesma coisa, né?).

Estudei geografia alguns anos sem muito interesse, e apesar de gostar do curso, percebi que não tinha muito futuro profissional nessa área pra mim, já que o maior campo (licenciatura) não me interessava muito. Aí deixei o curso de lado e comecei a trabalhar em tempo integral na loja do meu pai, onde eu já trabalhava meio período desde os 14 anos. Acho que aí eu já tinha 22 anos.

Por dois anos trabalhei na empresa em tempo integral e, como meu pai eventualmente se aposentadoria, as coisas meio que se encaminhavam para que eu "assumisse" a empresa. Agora era meu pai que ficava na empresa meio período. Mas por divergências na forma de gerir a empresa eu percebi que a coisa não daria muito certo. Então meu pai resolveu vender a empresa e eu fui procurar outra coisa pra fazer.

Comecei um curso tecnológo de Sistemas para Internet em uma faculdade particular (FANESE, aqui em Aracaju) e tinha combinado com meus pais que pretendia começar a estagiar o quanto antes, mas poderia levar de 6 meses a 1 ano pra conseguir algo. Como eu já sabia programar um pouco (em PHP), em 3 meses de curso consegui meu primeiro emprego como programador: 44 horas semanais, incluindo os sábados, por pouco mais que um salário mínimo.

Mesmo sendo claramente explorado, eu estava feliz por que as coisas estavam começando acontecer como eu queria: eu precisava de experiência. Trabalhei por 6 meses na empresa até perceber que não iria muito longe, e troquei o emprego por um estágio não remunerado na faculdade. Depois de 3 meses arrumei outro estágio e fiquei trabalhando 10 horas por dia e e estudando à noite.

Óbvio que não ia conseguir manter esse ritmo por muito tempo. Aí saí do estágio não remunerado e fiquei somente com o segundo estágio, onde fui contratado depois de mais 6 meses e fiquei lá por mais 2 anos até ser demitido.

Depois de demitido consegui em 2 semanas um emprego em uma multi-nacional e comecei a perceber que o ritmo e estilo de trabalho não me agradavam muito. Aí comecei a pensar na possibilidade dos concursos.

Eu tinha algum dinheiro guardado e o apoio dos meus pais, que foram muito importantes. Então fiquei na multinacional por um mês até pedir demissão para me dedicar exclusivamente para concursos.

Durante pouco mais de um ano fiz 16 concursos (em alguns casos 2 no mesmo dia), sendo 9 deles fora do estado onde moro (Sergipe) e fui nomeado em 7 deles: IFS (Técnico), UFS (Técnico), TRT-ES (Técnico), TRT-SP (Técnico), TRT-PB (Técnico), TJ-SE (Analista e Técnico).

Ironicamente, o primeiro concurso a me nomear foi o do Banese, que eu fiz uns 2 anos antes decidir começar a levar a sério o estudo para concursos, e que eu nem me lembrava mais porque já tinha perdido a esperança de ser chamado. Um mês depois fui nomeado em mais quatro (IFS, TRT-ES e TJ-SE – analista e técnico)

Mas como contar com a sorte ou o acaso normalmente não é a melhor opção, vamos estudar que é melhor! cheeky

Ainda não "aposentei a caneta preta". Mas dei uma parada de quase 1 ano e resolvi voltar a estudar agora.

Por onde começar?

É bastante normal, especialmente pra quem está começando a estudar, ficar assustado com o volume de conteúdo cobrado. É comum também haver dúvidas sobre por onde estudar (livros? videos-aula?). A forma que recomendo para estudar é principalmente videos-aula voltadas para concurso, as minhas preferidas são do pessoal do Provas de TI.

Sugiro que comece pelas cursos da área de Gestão da TI e Gerenciamento de Projetos, especialmente se seu objetivo for concursos para Analista. Pra técnico também cai, mas um pouco menos. Vou indicar aqui as aulas que acho mais interessantes para começar:

  • ITIL (e atualização)
  • COBIT (e atualização)
  • CMMI e MPSBr (e atualização)
  • PMBOK (e atualização)

Os cursos de Redes de Computadores, Segurança Operacional e Criptografia também são muito importantes, mesmo que seu concurso seja para a área de desenvolvimento.

Acho que o mais interessante é você focar inicialmente nos cursos onde os assuntos não fazem parte do seu dia a dia. Exemplo: se você é programador java, não acho interessante que você dê prioridade aos cursos de programação e algorítmo, pois a muita coisa você já vai saber resolver pela sua experiência.

Veja que não estou dizendo para não estudar, mas sim para não priorizar esses assuntos.

Pouca gente tem contato diário com as matérias de gestão, então costumam ser as mais difíceis de absorver e as mais cobradas pelos concursos, especialmente os de analista.

Não estudar português nem direito (legislação)

Esse é um dos maiores erros cometidos pelos concurseiros. Não adianta nada acertar 100% das questões específicas se você é eliminado por não atingir o mínimo da prova básica (que normalmente inclui português, legislação e raciocínio lógico).

Para essas matérias básicas, recomendo os cursos "Começando do Zero" do CERS, especialmente o de Português, que é muito bom. Direito administrativo também é muito importante, mas o curso que vi era ruim. Acredito que na versão atual do curso eles já melhoraram isso.

Raciocínio lógico normalmente não é pedra no sapato do pessoal de TI, mas se você tiver dificuldade, também é interessante fazer. Direito constitucional não costuma cair com tanta frequencia nos concursos, mas também é importante.

Fora isso, quase sempre cai algum conteúdo específico do órgão, como um regimento interno, por exemplo. Muita gente erra essas questões e, e isso é um diferencial importante.

Não se engane com os pesos da prova. Mesmo tendo um peso menor, muitas vezes a importância da prova básica na nota final é tão grande quanto a da específica, porque as notas da parte básica costumam ser muito baixas.

Faça resumos

É essencial fazer resumos e esquemas das aulas que você vê. Você não vai lembrar da aula que viu um ano antes, então vai ver a aula de novo? É muito tempo perdido. Acho interessante que seja feito no computador e não em um caderno, pois fica mais fácil de atualizar e levar quando for viajar (você pode ler pelo celular ou tablet).

O resumo também lhe ajuda a ficar atento à aula. Se você não entende o que está sendo explicado, como vai fazer o resumo?

Outra coisa: slide de power point não é resumo. O resumo tem que ter informações adicionadas por você, seu toque pessoal, para que seja realmente efeito.

Então é só assistir as videos-aula, fazer resumos e já vou estar preparado?

Não. Não mesmo. As videos-aula são apenas um preparo pra o que realmente importa: resolução de questões. O que passa você num concurso é resolver milhares e milhares de questões. Só que não dá pra resolver questões se você não souber nada do assunto, e é aí que entra a importância das videos-aula.

Eu recomendo o site Qconcursos.com para a resolução de questões. Ele é pago, mas o investimento vale a pena, não apenas pelas questões (e tem milhares e milhares), mas também pelos comentários dos usuários e professores nas questões, que ajudam muito quando você erra questão.

Planeje e gerencie o seu estudo

Agora que você já sabe quais matérias estudar e que deve resolver questões é hora de fazer seu planejamento de estudo.

Veja quantas horas você tem disponível por dia e quantos dias falta até o próximo concurso. Se ainda não tem nenhum concurso em vista, monte um planejamento pra uns 3 meses.

A partir daí você pode priorizar e escolher o que vai estudar e como seu tempo vai ser gasto.

Não dá pra gerenciar o que não é medido

Nem todo mundo faz isso, mas eu considero uma coisa importante: medir quantas horas você realmente consegue estudar em cada dia. Sabendo quanto você realmente estuda, dá pra planejar melhor, além de ajudar a lidar com a procrastinação.

Uma forma bastante interessante de medir o estudo é utilizando a técnica pomodoro.

Outra forma muito boa é utilizando a planilha criada pelo Luiz Laydner. Ela tem versão para Excel e OpenOffice/LibreOffice. Essa planilha tem um contador que vai gravando seus tempos de estudo. É meio estranho de usar no início, mas é minha forma preferida.

É muito difícil passar em um concurso da área de TI?

Não. Não é difícil. Parece coisa de livro de auto-ajuda, mas basta estudar com bons materais e com regularidade que normalmente os primeiros frutos começam a ser colhidos depois de um ano.

Claro que existem concursos mais difíceis que outros. Analista em Tribunal Federal é bem mais difícil que Técnico em Universidade Federal. Mas passar no primeiro concurso não é tão difícil. Basta ter persistência.

É importante também tentar direcionar o seu estudo para uma área. Atirar para todos os lados não costuma ser uma boa opção. Para o pessoal de TI, a área judiciária (tribunais e ministérios públicos) vem oferecendo muitas vagas.

Calce as sandálias da humildade

Quando comecei a fazer provas decidi que, como tinha nível superior, só ia fazer provas para nível superior (óbvio, né? Só que não…).

Nos primeiros concursos que fiz eu nem entrei na lista de classificados (classificados!). Aí percebi que talvez fosse uma boa ideia começar a fazer concursos para nível médio (técnico de TI). A maioria dos órgãos, mesmo que não esteja explícito no edital, permite que quem tenha nível superior possa assumir cargos de técnico (quem pode mais, pode menos).

As primeiras aprovações também ajudam muito no psicológico para manter o ritmo de estudo.

Eu devo largar meu emprego e me dedicar integralmente ao estudo de concursos?

Muita calma nessa hora! Acredito que o ideal é largar o emprego (se você tiver essa possibilidade) quando você já estiver se sentindo mais seguro e começar a ter resultados melhores. Isso vai ajudar a dar uma turbinada no processo.

Eu comecei a estudar já em tempo integral, e mesmo com tanto tempo livre, nos primeiros 3 meses eu só conseguia estudar umas 2 horas por dia. O excesso de tempo livre pode lhe atrapalhar no início.

Mas tem muitos relatos de concurseiros que passaram em concursos TOP trabalhando 40 horas por semana.

Pra se inspirar

Tem alguns textos escritos por concurseiros que ajudam muito quando a gente tá querendo começar a estudar ou está perdendo o ânimo. É até interessante re-ler alguns deles de tempos em tempos. Meus preferidos:


Sobre procrastinação

Sabe quando você tem um monte de trabalho pra fazer – seja literalmente do seu trabalho (emprego) ou algo que você está querendo fazer, como estudar pra passar em um concurso – e de repente qualquer coisa (QUALQUER COISA) fica mil vezes mais interessante que o que você deveria fazer?

Talvez você seja um procrastinador.

Muitas pessoas passam a vida assim, e sem saber direito do que se trata. Eu conheço várias pessoas que durante a faculdade só estudavam na madrugada anterior às provas e se acostumaram a viver dessa forma. Muitos acham que essa é única forma de "estudar" que funciona pra elas. Só que isso não é saudável. Nem produtivo.

Você pode ter passado seus anos de faculdade assim e até ter se formado. Mas no fundo pode ser também que você ache que poderia ter feito melhor.

Eu não me considero um procrastinador, mas com certeza já passei por vários momentos de procrastinação. Acho momento mais alto foi quando eu estava estudando de madrugada e bateu uma vontade irresistível de lavar roupa. Lavar roupa! Eu odeio lavar roupa.

Mas procrastinação é isso (y otras cositas más, claro).

Mas meu objetivo aqui não é escrever sobre procrastinação, e sim recomendar uma série de três artigos fantásticos sobre procrastinação. Mesmo que você não se ache um procrastinador, recomendo bastante a leitura, pois pode lhe ajudar a identificar (e evitar) momentos e comportamentos prejudiciais.

Os artigos:


ChatSim: como jogar 15 Euros no lixo

Recentemente eu comprei um ChatSim. Trata-se de um serviço com uma proposta bem interessante: você paga 10 Euros por ano (+5 Euros pela compra do chip e entrega no Brasil) e você pode utilizar mensagens de texto em aplicativos de chat, como whatsapp, em vários países.

O conceito parece interessante porque normalmente utilizar o celular fora do seu país é bem caro. A alternativa seria comprar um chip no país onde você vai, mas nem sempre isso é viável (no Japão, por exemplo, somente japoneses ou estrangeiros com residência fixa tem direito a uma linha de celular).

O serviço não foi feito para enviar e receber fotos, ou usar aplicativos de banco, por exemplo. É só pra usar para trocar mensagens de texto. Até aí tudo bem, pois eles deixam isso bem claro.

A ideia do serviço é bem específica. Mas por 10 euros por ano (ou uns 3 reais por mês, na média), poderia ser interessante, a depender das suas necessidades. PODERIA, pois o detalhe é que o serviço é PORCO.

Nas primeiras horas de uso eles já me mandaram um e-mail dizendo que eu estava abusando do serviço e bloquearam meu chip. Entrei em contato com o suporte eles disseram pra verificar se algum aplicativo estava fazendo sincronia em background, como aplicativos de e-mail, por exemplo, que fazem isso de tempos em tempos.

Fiz o que o suporte mandava e nos dias seguintes vários e-mails reportando uso abusivo continuavam chegando, sendo que a única coisa que eu fazia era enviar mensagens pelo WhatsApp (e nem eram tantas assim), até que finalmente bloquearam definitivamente meu chip.

Entrei em contato com o suporte novamente e me disseram que se eu quisesse continuar a usar, teria que colocar mais 10 Euros no chip! Essa recarga era pra durar 1 ano e só durou 4 dias! Absurdo.

Troquei inúmeras mensagens com o suporte, e a única coisa que eles fazem é repetir isso: "We suggest you to check all automatic download in background because phones continue to exchange and use data traffic with the outer world even when they seem to be idle. Apps connect in the background, download updates and much more. If you disable all automatic download in background, you may avoid an excessive use of traffic and hence of precautionary blocks of your Sim."

Ou seja, a história dos aplicativos em background, que eu fiz no primeiro dia de uso.

Pra finalizar: minha ideia era fazer uma resenha sobre o chip. Mas acabou sendo mais um desabafo. Não compre essa porcaria.


Adeus Amazon (AWS)… Olá DigitalOcean!

Quando preciso hospedar um site (inclusive esse blog), não há dúvidas, uso meu próprio host (ProjetoWeb.Info). Mas eventualmente preciso hospedar uma aplicação ou serviço com alguma peculiaridade e, nesses casos não tem muito pra onde correr: tenho que usar uma VM (máquina virtual).

Fui cliente da Amazon (AWS) e não tenho do que reclamar. O serviço é realmente bom, estável, confiável, mas o problema é o preço. A máquina que precisava para esse caso é bem pequena, cerca de 512MB de RAM, 1 core (processador) em 5GB de disco seriam suficientes, mas na Amazon de uma VM como essa fica em torno de US$15/mês. O que não é um valor tão alto assim, mas com a cobrança de IOF (6%) e a alta do dólar, isso começou a me incomodar.

Sendo assim, fui em busca de uma alternativa viável em listas de discussão e perguntando a amigos. Encontrei uma ótima opção: DigitalOcean. Além de ser uma opção muito mais em conta (US$5/mês ao invés de US$15/mês), o "painel de controle" deles é MUITO mais simples que o da Amazon. É possível colocar uma VM no ar em 55 segundos, e a senha de root é enviada imediatamente para o seu e-mail. Para ter agilidade e segurança, eles recomendam (opcionalmente) que se utilize chaves públicas, especialmente se você pretende administrar mais de uma máquina.

Outra utilidade interessante das VMs da DigitalOcean é para o caso de você precisar de uma máquina pra fazer testes rápidos. Você pode criar uma VM, fazer seus testes, e depois excluí-la, pagando só pelo tempo de utilização (por hora). O preço por hora é U$0,007, ou seja, menos de 1 centavo de dólar!

Veja um pequeno vídeo mostrando como criar seu "Droplet" (é como eles chamam as VMs de lá).

Pra quem não precisa das dezenas de serviços oferecidos pela Amazon, a DigitalOcean é uma ótima opção. É possível escolher entre data centers na Europa, Ásia e nos Estados Unidos. Pelos meus testes, o que ofereceu melhor performance a partir da Brasil foi o de Nova York (NYC).

Além disso, se inscrevendo por esse link você ganha US$10 de crédito pra começar a brincadeira sem desembolsar nenhum centavo. 😉


Como configurar proxy no Spotify

Aparentemente a versão nova do Spotify modificou a forma como é feita a configuração de proxy. Configurações de proxy normalmente são necessárias quando estamos em redes de empresas ou universidades. Caso você não saiba os dados para acesso (endereço do servidor, porta, usuário e senha), entre em contato com o suporte da instituição.

Nas versões anteriores, o Spotify tentava conectar e quando não conseguia abria as configurações de proxy para que os dados fossem inseridos. Agora é necessário editar um arquivo de texto com as configurações. Faça isso com o programa fechado. O passo-a-passo é para Windows, mas acredito que a única coisa que vai mudar em outros sistemas operacioanais é o caminho do arquivo 'prefs'. Abra o arquivo prefs em:

C:\Users\SEU_USUARIO\AppData\Roaming\Spotify

No caminho acima troque "SEU_USUARIO" pelo seu usuário laugh

Edite o arquivo como no modelo:

network.proxy.mode=2
autologin.username="USUARIO_DO_SPOTIFY"
network.proxy.addr="SERVIDOR_DE_PROXY:NUMERO_DA_PORTA@https"
network.proxy.pass="SENHA_DO_PROXY"
network.proxy.user="USUARIO_DO_PROXY"
core.clock_delta=0

Exemplo:

network.proxy.mode=2
autologin.username="fulano"
network.proxy.addr="192.168.0.1:3128@https"
network.proxy.pass="123456"
network.proxy.user="fulanosilva"
core.clock_delta=0

Salve o arquivo e abra o Spotify. Digite login e senha e entre. Se pedir as configurações de proxy, digite-as novamente. Caso apareça um aviso do Firewall do Windows, autorize.

Pronto. :)

Mais informações


Relato de Viagem: Porto de Galinhas (PE)

Porto de Galinhas e as praias das proximidades estão, com certeza, entre as mais bonitas do mundo e atraem visitantes de todo lugar. Visitei o local em março de 2015 e conheci as praias de Porto de Galinhas (Ipojuca), Carneiros (Tamandaré) e Calhetas (Cabo de Santo Agostinho). É sobre elas que vou falar.

Como chegar

O acesso é extremamente fácil. É possível chegar de ônibus, taxi ou transfer. A melhor forma, ao meu ver, é de carro mesmo. Se você precisar alugar, talvez saia mais caro, mas alguns dos melhores passeios (Carneiros e Calhetas) são relativamente distantes (60Km), e a depender da quantidade de pessoas pode compensar financeiramente, mas o mais importante é a liberdade e flexibilidade que essa opção permite.

Caso realmente não vá de carro, esse artigo explica várias formas de chegar em Porto de Galinhas.

Na verdade, Porto de Galinhas é só uma das praias a se visitar e apenas um referencial. Ao meu ver, não é a melhor praia. Fica no município de Ipojuca e em feriados prolongados e alta estação fica extremamente cheia de pessoas.

É o melhor lugar para ficar caso queira uma estrutura melhor de restaurantes, supermercados etc., e especialmente se não estiver de carro. Várias pousadas e hotéis ficam a alguns quilômetros da vila (fora de Porto de Galinhas).

Como minha viagem foi curta (somente 4 dias, sendo que apenas 2 integralmente no local), dei prioridade às praias que, pela minhas pesquisas, pareciam mais interessantes: Carneiros e Calhetas.

Onde ficar

Isso definitivamente não é problema. A quantidade de pousadas e hotéis é imensa. Tem inclusive alguns albergues, pra que quiser economizar mais: Albergue do Alberto, Hostel das Galinhas e Casa Branca. Ouvi muitas recomendações do Casa Branca, tanto pela localização, quanto pela limpeza e pelo atendimento. A Casa Branca é bem concorrida.

Fiquei na Pousada Farol do Porto e recomendo: boa localização (próximo ao calçadão), limpeza e educação dos funcionários. O único problema da Pousada Farol do Porto é que achei os quartos muito apertados, mas nada que me fizesse me arrepender de me hospedar lá. Ela também é muito bem classificada no Trip Advisor e tem um dos melhores preços entre as pousadas, ou seja, excelente custo-benefício.

A diária para duas pessoas custou R$130 no final da alta estação (março), mas não era feriado.

Aqui você pode ter acesso a uma planilha que criei com os preços de várias pousadas de lá. Infelizmente não consegui o de nenhum albergue.

Onde comer

Também não é problema em Porto de Galinhas. Vários estabelecimentos oferecem almoço e jantar por cerca de R$12 por pessoa. Também tem muitas pizzarias com preços acessíveis.

Marés

Um "detalhe" importante é que pra aproveitar melhor todas as praias é interessante chegar sempre 1 hora antes da maré baixa. Assim os corais ficam expostos e as piscinas naturais se formam. Você pode ter acesso a essa informação pelo site da marinha.

Verifique os dados do porto de Suape, que é o mais próximo. Mas esse valor é apenas uma referência. Chegando na cidade, o ideal é confirmar os horários com os pescadores locais.

Para aproveitar as piscinas naturais, quanto mais próximo da maré '0.0' é o ideal. E esse valor deve ser menor que 0.5.

Carneiros (Tamandaré)

Praia de Carneiros

Fonte

A praia de Carneiros fica a aproximadamente 60km de Porto de Galinhas, no município de Tamandaré. Como pode ser visto na foto acima, é realmente muito bonita. O problema dela é que o acesso é todo fechado por propriedades particulares, e algumas delas cobram pela entrada (!). O Ministério Público de Pernambuco já deveria ter tomado alguma atitude em relação a isso, pois não é permitido no Brasil. Praias são públicas e se uma propriedade impede o acesso, o mesmo deve ser permitido.

A única opção (de carro) é pagar um estacionamento de vinte a trinta reais. Um dos restaurantes inclusive cobra R$10 (dez reais) por pessoa para o acesso. Todos proíbem entrada com bebidas e comida (!), mas mesmo assim é altamente recomendável que você leve algum lanche na bolsa/mochila, pois quase tudo é muito caro e de qualidade duvidosa. O preço da cerveja no bar onde ficamos era razoável (R$7, Itaipava de 600ml).

Existe um acesso gratuito, mas é preciso caminhar alguns quilômetros pela praia e estar atento às marés, pois na maré alta o caminho é fechado.

A praia é muito boa para banho, com pouca profundidade e possui poucas ondas. Também possui algumas piscinas naturais, onde é possível ir a pé. Apesar desse abuso por conta dos bares, vale muito a pena conhecer Carneiros.

Calhetas (Cabo de Santo Agostinho)

Praia de Calhetas

Fonte

Outra praia extremamente bonita e com uma paisagem fora do comum. Também fica a 60Km de distância de Porto de Galinhas, no município de Cabo de Santo Agostinho. Tem uma estrutura de bares bem mais simples que a de carneiros e não é preciso pagar nada para entrar. O detalhe de Calhetas é que o acesso é por uma estradinha muito estreita e até com alguns abismos na lateral. É preciso chegar cedo pois não tem muito lugar para estacionar. Se você chegar tarde, especialmente caso seja um feriado prolongado, provavelmente vai ter que estacionar muito longe.

O bar onde ficamos permitiu inclusive que ficássemos com o isopor em baixo da mesa (claro que consumimos outras coisas no bar).

A praia de Calhetas também é muito boa para banho, apesar de ter algumas ondas. O detalhe é que ela é muito profunda, então talvez não seja recomendável para que não sabe nadar ou não nade muito bem.

Porto de Galinhas (Ipojuca)

Porto de Galinhas

Fonte

É a praia que tem acesso mais fácill, logo depois do calçadão. Talvez por isso seja também a que tem mais gente. A depender da época, pode ser difícil até encontrar lugar para sentar.

Muitos bares cobram pelo aluguel da cadeira, o que é uma coisa comum em alguns lugares, mas que acho um absurdo, pois você já está consumindo. Imagine se quando você fosse uma pizzaria também tivesse que pagar pra sentar na mesa?

A praia também é muito bonita, com águas bem claras e boa para banho. Alguns lugares são perigosos, mas possuem sinalização.

O atrativo da praia de porto de galinhas são as piscinas naturais. O acesso pode ser feito de jangada (R$20 por pessoa) e o jangadeiro deixa você lá por cerca de uma hora. Também é possível (mas não recomendável) acessar a pé se você chegar uma hora antes da maré baixa. Mas é preciso ficar atento e não demorar demais (duas horas é um tempo interessante), pois a maré sobe e não dá mais para ir andando (só nadando). Nos relatos que vi, não vi ninguem falando sobre ir nadando, mas tive a impressão de que caso você seja um bom nadador, seja bem possível. Se for andando ou nadando, faça por sua conta e risco.

Sobre ir a pé para as piscinas, se atente a alguns detalhes: corais são formações muito sensíveis, e quando você pisa, o destrói (mata). Então caso realmente queira fazer dessa forma, fique na trilha (onde os corais já estão destruídos). Vá de havaianas pra não furar os pés nos ouriços do mar. A regra é: nunca pise em corais, mas infelizmente na região já estão quase todos mortos.

Inclusive esse é um dos problemas de boa parte das praias da Região Nordeste. Aparentemente os governos, moradores e estabelecimentos esperam tudo ser destruído para depois ficar se lamentando. Nas Piscinas Naturais de Porto de Galinhas praticamente não há corais vivos.

Outros lugares para conhecer

Caso você vá com mais tempo, tem várias outras praias para se conhecer, entre elas:

  • Pontal do Maracaraípe
  • Praia de Serrambi
  • Praia de muro alto
  • Praia de Castelhanos
  • Cachoeira do Urubu
  • Ilha de de Santo Aleixo
  • Praia do Cupe
  • Praia de Macaraípe

Mais informações:

Recomendação: compre passagens de avião muito mais baratas utilizando o MaxMilhas


A TAM e a pegadinha da conexão com troca de aeroporto

Com alguma frequência viajo de avião e – como normalmente compro as passagens mais baratas – é comum ter conexões.

A passagem que mais me interessava tinha uma conexão curiosa: eu chegaria em São Paulo no Aeroporto de Congonhas (CGH) e pegaria um outro vôo em Guarulhos (GRU), ou seja, teria que ir por terra de um aeroporto ao outro. O tempo (com trânsito bom) para o trajeto é de cerca de 45 minutos.

Como tinha uma diferença de duas horas e meia entre um vôo e outro, e a companhia aérea oferece um ônibus gratuitamente para os trajetos entre os aeroportos, não tinha muito o que dar errado, certo? Errado.

Quando cheguei na fila para pegar o ônibus, tinha uma quantidade absurda de pessoas na mesma situação e descobri que a empresa só disponibilizava um ônibus por hora, sendo que o primeiro tinha acabado de partir. Caso tudo desse certo, levaria 1 hora e 45 minutos pra chegar em Guarulhos. Lembrando que é preciso chegar com uma hora de antecedência, pois as bagagens foram retiradas por mim em um aeroporto para serem levadas ao outro e eu teria que despachá-las novamente.

Fui ao atendimento da empresa para me informar sobre o que fazer, pois a chance de perder o vôo era alta, e a resposta foi bem clara: o cliente é responsável pelo transporte, e a empresa não pode (ou não quer?) fazer nada a respeito. Falei com o supervisor e ele me disse a mesma coisa, argumentando que a ANAC regulamenta essa modalidade de vôo (segundo ele, Surface), e que o ônibus da empresa é uma cortesia.

Ora, qual a vantagem pra mim de pegar um vôo com uma conexão e ainda ter que arcar com os R$42,00 (de ônibus) ou R$189,00 (de táxi)?

Vôos com conexões normalmente são mais baratos, e se vou ter que gastar mais com isso, perdem completamente a vantagem!

Mas o que incomoda de verdade é o fato de que em nenhum momento, desde a compra da passagem até o embarque na cidade de origem, fui orientado de que teria que arcar com esse valor caso não tivesse disponibilidade no ônibus. Agora o cliente é obrigado a fuçar o site da ANAC e da empresa aérea em busca de contratos e regulamentações para pegar um simples vôo?

Se eu tiver que ficar vendo regulamento para tudo que consumo (internet, telefonia móvel, cartão de crédito etc.) eu não vou fazer outra coisa na vida!

No fim, pra mim deu tudo certo. Mas várias pessoas que estavam na mesma situação perderam seus vôos.

Recomendação: compre passagens de avião muito mais baratas utilizando o MaxMilhas


Relato de Viagem: Jericoacoara (CE)

Jericoacoara – ou simplesmente Jeri – é citado em muitos artigos de revistas, sites e guias da viagem como uma das praias mais bonitas do planeta. E eles não estão errados.

Com águas claras e tranquilas e dunas espetaculares, Jeri é o principal destino de quem vai ao Ceará. Há quem diga que Jeri tem o pôr-do-sol mais bonito do Brasil. Talvez porque o Sol se põe no mar, o que é bem raro no Brasil.

A vila de Jeri não possui asfalto e as ruas são de areia de praia. Há pouco tempo atrás não tinha energia elétrica.

O objetivo desse post não é lhe convencer a ir pra Jeri (até porque isso é bem fácil), mas sim fazer com que você aproveite o lugar sem gastar mais que o necessário.

A viagem foi realizada em Dezembro de 2014.

 

 

Jericoacoara (praia) - Clique na foto para aumentar
Jericoacoara (praia) – Clique na foto para aumentar
Fonte: http://www.timeout.com.br/viagem/jericoacoara

 

 

Como chegar

Jericoacoara fica no município de Jijoca de Jericoacoara. A forma mais comum para chegar é de ônibus, e de lá ir até a praia em uma Jardineira (um caminhão adaptado para passageiros) ou em na caçamba de uma caminhonete. Isso porque não existe estrada até Jeri, e o acesso é feito pelas duas.

A empresa Fretcar vende uma passagem que inclui o ônibus de Fortaleza até Jijoca, e a Jardineira até Jericoacoara. As passagens são vendidas pela internet e é a forma mais barata de ir. Fica por algo em torno de R$50 (cinquenta reais) e a saída é na rodoviária com chegada lá dentro da vila (que é bem pequena).

Outra opção é contratar uma das trocentas empresas de turismo que fazem o roteiro diariamente. Custa cerca de R$75 o trecho e tem a vantagem de lhe buscar no lugar onde você está hospedado. Algumas pousadas, hotéis e albergues também fazem a venda dos passeios.

Se você for de carro, não é recomendável se aventurar pelas dunas (a menos que tenha habilidade e um carro preparado pra isso).

Onde ficar

Hospedagem não é problema em Jeri. Com exceção do ano novo, onde os preços das hospedagens se multiplicam pelo absurdo, é possível ir sem reservar e encontrar uma hospedagem lá mesmo. Tem pra todo gosto: camping, albergue, pousada e hotel de luxo. Como eu faço o tipo mais precavido, preferi reservar e escolhi a pousada Jeri Pousada (que nome genérico!).

Paguei R$150/dia no finalzinho de dezembro (quase o ponto mais alto da alta estação) em um quarto duplo com ar-condicionado, chuveiro quente, frigobar e cofre, além do café da manhã incluso.

A pousada também dispõe de quartos com cozinha, o que é uma ótima opção, pois as refeições em Jeri costumam ser mais caras que o normal. Caso você faça essa opção, pode ser interessante também fazer umas comprinhas em Fortaleza antes de ir, pois os supermercados em Jeri também não são baratos.

Para mais opções de hospedagem, você pode consultar o booking.com e o site Portal Jericoacoara.

Onde comer

Comer é, ao meu ver, a parte mais cara em Jeri. É raro encontrar refeições para 2 pessoas por menos de R$60 (sessenta reais). Pode ser pouco para algumas pessoas, mas pra que está viajando com pouco dinheiro não é. Mas não precisa se desesperar! Dá pra achar alguns lugares com preços acessíveis. Alguns deles:

  • Quero Pizza – Pizzas grandes a partir de R$16 podem salvar sua refeição noturna 😉
  • Ponto do Big – Almoços a partir de R$12 por pessoa

O que fazer

Jeri é um lugar, ao meu ver, pra simplesmente ficar sem fazer nada. Ficar na beira da praia o dia todo é o melhor dos programas. Mas existem dois passeios disponíveis:

 

 

Jericoacoara (Lagoa do Paraíso) - Clique para aumentar
Jericoacoara (Lagoa do Paraíso) – Clique na foto para aumentar
Fonte: http://www.viajecomigo.tur.br/jericoacoara-um-paraiso-norte-ceara/

 

 

  • Pedra Furada, Árvore da Preguiça e Lagoa do Paraíso (cartão postal de Jeri) onde também é possível almoçar. Mas os preços das refeições são bem salgados. Pode ser vantagem fazer um café da manhã reforçado, segurar nos snacks e almoçar quando voltar a Jeri. O passeio pra quatro pessoas sai por R$200 (R$50/pessoa) em alta estação e caso o buggy não esteja completo (4 pessoas) a agência se encarrega de encontrar mais alguém.
    Se você nunca andou de buggy, o passeio vale muito a pena. Mas se não faz questão, pode ir à lagoa de caminhonete por R$25 ida e volta (pode acertar na rua mesmo com o motorista). Na Pedra Furada (que está incluída no passeio de buggy) é possível chegar andando (fica a 3km da vila), caso você não se incomode de andar um pouco. E a árvore da preguiça é, ao meu ver, só encheção de linguiça.
  • Velha Tatajuba é o destino principal do segundo passeio. Estava no começo de uma viagem de 20 dias e resolvi não fazer por não achar que valia muito à pena. Se você fez, fale um pouco dele nos comentários!

 

 

Jericoacoara (Pedra Furada) - Clique na foto para aumentar
Jericoacoara (Pedra Furada) – Clique na foto para aumentar
Fonte: http://www.icmbio.gov.br/portal/biodiversidade/unidades-de-conservacao/biomas-brasileiros/marinho/unidades-de-conservacao-marinho/2261-parna-de-jericoacoara.html

 

 

Dicas adicionais

  • Leve dinheiro! Em Jeri não há caixas eletrônicos. Vários lugares aceitam cartão, mas normalmente esses lugares não são os mais baratos.
  • Evite ir no Ano Novo. Como em vários lugares do Brasil, o preço fica absurdamente caro e o lugar com gente demais.
  • Não perca o pôr-do-sol!
  • Não deixe de ir à Lagoa do Paraíso.
  • Três a quatro dias são suficientes em Jeri, mas é claro que sempre tem gente que vai pra lá e fica. Sempre tem esse risco 😉

Saiba mais

Recomendação: compre passagens de avião muito mais baratas utilizando o MaxMilhas


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