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Archive for Março, 2011

eXtreme Go Horse (HGH): Qualquer semelhança nem sempre é mera coincidência

Se você trabalha com programação, pode ser que já tenha trabalhado em uma empresa que utiliza a metodologia eXtreme Go Horse. Ela é tão comum e tão natural que talvez você tenha usado e nem tenha percebido :P.

Alguns dos axiomas do eXtreme Go Horse são:

1- Pensou, não é XGH.
XGH não pensa, faz a primeira coisa que vem à mente. Não existe segunda opção, a única opção é a mais rápida.

2- Existem 3 formas de se resolver um problema, a correta, a errada e a XGH, que é igual à errada, só que mais rápida.
XGH é mais rápido que qualquer metodologia de desenvolvimento de software que você conhece (Vide Axioma 14).

3- Quanto mais XGH você faz, mais precisará fazer.
Para cada problema resolvido usando XGH, mais uns 7 são criados. Mas todos eles serão resolvidos da forma XGH. XGH tende ao infinito.

E aí? Notou alguma semelhança? Saiba mais aqui!


Quais são as linguagens de programação mais utilizadas?

Às vezes bate a dúvida: o que estão usando mais por aí? PHP? C#? Java?

Pra responder essa dúvida, a Tiobe Software criou uma página com estatísticas atualizadas das linguagens mais utilizadas atualmente. Perceba que não estamos falando de melhor ou pior, e sim de mais utilizadas. Abaixo listo as mais utilizadas e a porcentagem de utilização, segundo o site:

  1. Java (19.7%)

  2. C (15.2%)

  3. C++ (8.7%)

  4. C# (7.2%)

  5. PHP (6.5%)

Veja as estatísticas completas aqui: http://www.tiobe.com/index.php/content/paperinfo/tpci/index.html


Wiki dos Ônibus do Rio de Janeiro

O Wikipedia é um  dos sites mais visitados atualmente. Os próprios usuários constroem o conteúdo, publicando e editando artigos. Moderadores (editores) intervém e corrigem um conteúdo. Esse tipo de sistema é chamado de Wiki. E você mesmo pode criar o seu utilizando o Wikia.com.

Para os moradores do Rio de Janeiro, foi criado um Wiki bem interessante: o http://onibusdorio.wikia.com/. Lá são cadastradas todas as rotas de ônibus da cidade com seu itinerário, e futuramente cada linha terá um mapa com sua rota. É bem interessante já que o governo / empresas de transporte não disponibilizam uma fonte confiável para os usuários do sistema de ônibus.

Que tal fazer um da sua cidade?


MySQL ou PostgreSQL? Eis a questão!

Essa pergunta é feita por muita gente que trabalha com desenvolvimento e conhece alguma coisa de algum dos dois. No senso comum, se ouve muito o seguinte: “MySQL é pra coisas menores, mais simples. PostgreSQL é pra projetos de grande porte”. Mas será que isso é verdade? E porque escolher um ou outro?

O que eles têm em comum

  • São Software Livre;
  • São gratuitos (nem todo Software Livre é gratuito);
  • São encontrados facilmente em vários provedores por aí;
  • Possuem também suporte pago (do MySQL é oferecido pela Oracle. O do PostgreSQL é oferecido por empresas como EnterpriseDB);
  • São bem populares, e por isso se encontra bastante documentação (mas se encontra mais material do MySQL).

O lado político da coisa

Do ponto de vista “político”, tem uma diferença importante entre eles: o MySQL é da Oracle, uma grande empresa multinacional. O PostgreSQL não. Ele é mantido diretamente pela comunidade.

Isso quer dizer que a Oracle é “dona” do MySQL e pode fechar o código a qualquer momento? Não, não é bem assim. Ela é dona da marca MySQL, e pode descontinuar o produto a seu bel prazer ou deixar de liberar a versão grátis. Mas todo o código já produzido é livre, e se alguém ou alguma empresa quizer dar continuidade ao projeto com outro nome (fazer um fork), pode fazer. Inclusive isso já aconteceu: foi lançado o MariaDB.

O MariaDB é baseado no MySQL e foca na compatibilidade com ele, então a ideia é que ele não vá se tornando cada vez mais incompatível conforme as versões vão sendo lançadas, e sim que ele permaneça lado a lado com o MySQL, mas sem ser da Oracle. O criador do MariaDB é um dos criadores do MySQL: o finlandês Michael “Monty” Widenius.

O problema é que a instabilidade das decisões de uma empresa como a Oracle pode afetar a confiança no produto. Foi o que aconteceu com o OpenOffice (também da Oracle). A comunidade estava instisfeita com o rumo que o projeto vinha tomando, e decidiu fundar o LibreOffice. O próprio BrOffice agora é LibreOffice. Isso – ao meu ver – é uma coisa boa, pois agora o poder não está mais nas mãos da Oracle, e sim da comunidade.

O lado técnico

Muito do que se ouve falar sobre ambos é antigo, e vem de estereótipos antigas, do MySQL 4.1 (a atual é 5.5) e do PostgreSQL 7.4 (a atual é 9.0). O MySQL possui agora vários recursos que antes não tinha, e o PostgreSQL está muito mais rápido. É comparado por muitos com o Oracle.

Mais de 75 recursos foram adicionados ao PostgreSQL de lá pra cá, resultado de um trabalho de vários anos para remover pontos chave que causavam problemas de escalabilidade. É possível também compactar e descompactar dados “on-the-fly”. A vantagem disso é que reduz a necessidade de acesso a disco, aumentando a performance.

O PostgreSQL possui apenas um sistema de armazenamento, e o MySQL possui vários. Você pode escolher de acordo com o tipo do projeto. Os mais utilizados no MySQL são InnoDB e MyISAM. O MyISAM é mais rápido que o sistema do PostgreSQL, mas tem um custo. Alguns recursos, como chaves estrangeiras e transações não estão disponíves. O InnoDB possui recursos para garantir mais integridade nos dados, mas é mais lento que o MyISAM. O PostgreSQL pode ser mais lento ou mais rápido que o MySQL utilizando o InnoDB, dependendo das configurações e recursos utilizados.

Trocando em miúdos

O MySQL pode ser sim uma boa opção em sistemas mais simples e bases menores, como um site ou um sistema que não tenha milhares de usuários concorrentes. Para sistemas mais complexos, que necessitam de maior integridade nos dados, que possuem milhões de linhas e vários TeraBytes de informação, o PostgreSQL pode ser a melhor opção. Mas lembre-se que em ambos existem várias configurações que podem ser feitas para melhorar vários aspectos. Se você lê em inglês, pode encontrar bastante informação aqui: http://www.wikivs.com/wiki/MySQL_vs_PostgreSQL e aqui http://wiki.postgresql.org/wiki/Why_PostgreSQL_Instead_of_MySQL_2009.


Navegue de forma segura (ou em sites bloqueados) com o JAP no Linux

Quando você navega pela internet, suas informações circulam por proxies e outros servidores, o que pode ser perigoso. Informações confidenciais como números de cartão de crédito e até senhas podem simplesmente cair na mão de bandidos sem que você saiba como. Para te ajudar a impedir isso, existe um programa chamado JAP. O programa também serve para acessar sites bloqueados em alguns proxies, mas se você vai usar isso ou não, é responsabilidade sua :). São disponibilizados servidores pagos e gratuitos, e mostrarei como usar servidores gratuitos.

O que o ele faz é o seguinte: ao invés de se conectar diretamente a um site, o programa utiliza servidores próprios que baixam a página pra você, e te enviam de forma criptografada. Isso te dá uma segurança maior, mas tem um custo. Sua conexão ficará bem mais lenta. Por isso é interessante utilizar só quando necessário. Para instalar, faça o seguinte:

Abra o Terminal (no Fedora, o Terminal é acessado Menu Principal / Sistema / Terminal. No Ubuntu, é acessado é Aplicativos / Acessórios / Terminal) e digite:

java - version

Deve aparecer algo como isso:

java version "1.6.0_22"

No meu caso, a versão instalada do Java é a 1.6. É necessário ter instalado a versão 1.2 ou superior, e recomendável ter a 1.4 ou superior. Se você possui uma versão inferior à 1.4 faça a atualização do sistema ou o download no site da Sun de uma versão mais nova.

Depois isso, você precisa baixar o programa aqui. Com o programa baixado, vá até a pasta onde ele se encontra (pelo terminal) como no exemplo abaixo:

cd /home/SEU_NOME_DE_USUARIO/Download

Não se esqueça de fornecer o caminho correto. A linha acima é só um exemplo.

Quando estiver na pasta, digite:

java -jar JAP.jar

O comando acima irá executar o JAP. Quando ele abrir, feche o assistente de configuração e em Avaliable Servers (servidores disponíveis) escolha um servidor gratuito. No meu caso, funcionou com o servidor Custom filter / Dresden (JAP).

Depois disso você precisa configurar o navegador. Vou mostrar como fazer no Firefox. É bem simples:

Acesse o menu Editar / Preferências / Avançado / Rede / Configurar Conexão.

Marque a opção “Configuração Manual de Proxy” e “Usar este Proxy para Todos os Protocolos”.

Em HTTP digite: 127.0.0.1 e em Porta digite: 4001

Pronto. Agora você está navegando de forma segura e anônima! Os dados trafegados são contados em Encrypted data transferred.

O procedimento foi testado no Linux Fedora 14, mas deve funcionar em qualquer Linux.


Perdi a senha do MySQL no Ubuntu! E agora!?

Não se desespere! Nessa vida tem jeito pra tudo. Somos humanos, e esquecemos senhas, certo? Então se isso aconteceu com você, tem uns comandos bem rápidos que vão te tirar do desespero. Aqui vai:

Acesse o Terminal (Aplicativos/Acessórios/Terminal):

sudo /etc/init.d/mysql stop
sudo mysqld --skip-grant-tables &
mysql -u root mysql
UPDATE user SET Password=PASSWORD('SUANOVASENHA') WHERE User='root'; FLUSH PRIVILEGES; exit;

Pronto. Agora você pode acessar o MySQL normalmente com sua senha nova.

Veja aqui como gerar uma nova senha do PostgreSQL no Ubuntu.

O procedimento foi testado no Ubuntu 10.04 LTS.


Atualizar o Firefox para a versão 4 em português no Ubuntu

Milhões e milhões de pessoas atualizaram seu Firefox para a versão nova, a tão esperada versão 4. Se você usa Ubuntu e também decidiu atualizar, esse artigo pode te ajudar. É bem rápido!

Abra o terminal (Aplicativos/Acessórios/Terminal) e digite as seguintes linhas:

sudo add-apt-repository ppa:mozillateam/firefox-stable
sudo apt-get update
sudo apt-get upgrade

A primeira linha adiciona o repositório da Mozilla ao seu Ubuntu. A segunda atualiza a lista de pacotes. A terceira atualiza seu sistema (e o Firefox junto). Agora é só abrir e a versão nova estará instalada. Atenção que alguns plugins podem não funcionar corretamente na versão nova.

Mas… peraí… tem alguma coisa errada… Tá tudo em inglês!

Calma… também é rapidinho pra traduzir. Basta clicar em um dos links abaixo – e aceitar a instalação – que ao abrir novamente seu navegador, estará em português. Aqui estão os links:

Tradução do Firefox 4 para Português do Brasil, versão 32 bits

Tradução do Firefox 4 para Português do Brasil, versão 64 bits

Tradução do Firefox 4 para Português de Portugal, versão 32 bits

Tradução do Firefox 4 para Português de Portugal, versão 64 bits

É só!

O procedimento foi testado no Ubuntu 10.04 LTS.


Quais as diferenças entre as versões do Eclipse?

O Eclipse é uma das IDE’s de desenvolvimento mais utilizadas atualmente. É desenvolvido em software livre, e dá suporte a algumas das principais linguagens de programação utilizadas atualmente, como Java, PHP, C e C++. Está disponível para Linux, Windows e Mac OS X, nas versões de 32 e 64 bits.

Uma coisa interessante sobre o Eclipse é que ele é extremamente personalizável. Você pode utilizar um dos pacotes disponibilizados, ou se quiser pode montar o seu (e até lançar sua própria IDE!). Ele também é portable, ou seja, não precisa de instalação. Basta extrair os arquivos na pasta e rodar o programa.

Existem várias versões do Eclipse. As  que estão disponíveis atualmente são: Helios, Galileo, Ganymede, Europa, Callisto, 3.0 e 3.1, e na hora de baixar pode bater a dúvida: qual versão devo utilizar?

A resposta é bem simples: você deve usar a Helios, a menos que tenha um motivo muito bom pra usar outra. Por quê? Porque a Helios é a mais nova de todas.

Na verdade, esses nomes são apenas “codinomes” para as versões, que são lançadas todos anos no mês de Junho. A próxima será lançada esse ano e se chamará Indigo. Veja aqui o que corresponde a cada uma:

  • 3.0 – sem codinome – lançado em 28 de Junho de 2004
  • 3.1 – sem codinome – lançado em28 de Junho de 2005
  • 3.2 – Callisto – lançado em 30 de Junho de 2006
  • 3.3 – Europa – lançado em 29 de Junho de 2007
  • 3.4 – Ganymede – lançado em 25 de Junho de 2008
  • 3.5 – Galileo – lançado em 24 de Junho de 2009
  • 3.6 – Helios – lançado em 23 de Junho de 2010
  • 3.7 – Indigo – lançadamento previsto para 28 de Junho de 2011

Mas o que significa cada codinome desses?

  • Callisto – Lua de Jupiter;
  • Europa – Lua de Jupiter;
  • Ganymede – Lua de Jupiter;
  • Galileo – Conjunto de quatro luas de Jupiter descobertas por Galileu Galilei. Callisto, Europa e Ganymede estão entre elas;
  • Helios – Personificação do Sol na mitologia grega;
  • Indigo – Cor entre azul e violeta.

Além disso, existem vários pacotes disponíveis. Esses pacotes são apenas para facilitar a nossa vida. O pacote que você vai usar depende de em qual linguagem pretende programar. São eles: Java, Java EE, C/C++, C/C++ Linux, RCP/Plugin, Modeling, Reporting, PHP, Pulsar, SOA, Javascript e Classic. Veja aqui:

Comparaçao entre os Pacotes do Eclipse

Comparação entre os Pacotes do Eclipse. Clique na imagem para aumentar.

Se você programa em Java, é mais interessante usar a “Eclipse IDE for Java EE Developers” (JEE), que é mais completa. Tem também a Eclipse IDE for “Java and Report Developers” (Reporting), que tem a mesma coisa, além do Birt, que é usado para desenvolver relatórios.

Faça o download de todos os pacotes do Eclipse aqui.


Como instalar o VirtualBox no Fedora

Instalar o VirtuaBox no Fedora é um pouco mais complicado que no Ubuntu, mas nada que vá te enlouquecer. Segue abaixo os comandos necessários:

Logue como root:

su -

Adicione os repositórios:

cd /etc/yum.repos.d/
wget http://download.virtualbox.org/virtualbox/rpm/fedora/virtualbox.repo

Faça o update do repositório:

yum update

Instale os pacotes dependentes:

yum install gcc kernel-devel kernel-headers

Agora você precisa saber qual a versão do seu Kernel. Se não souber como fazer isso, clique aqui.

Digite o seguinte:

KERN_DIR=/usr/src/kernels/`VERSÃO-DO-SEU-KERNEL -r`

Exemplo:

KERN_DIR=/usr/src/kernels/2.6.35.11-83.fc14.x86_64

Agora é só instalar. Finalmente! 😛

A última versão disponível quando este artigo estava sendo feito era a 4.0.4, então para instalar digitei o seguinte comando:

yum install VirtualBox-4.0

Você pode verificar se existe uma versão mais recente, ou instalar essa versão mesmo.

Fonte: if !1 0


Como saber a versão do Kernel no Fedora

Caso você precise saber qual a versão do kernel que seu Fedora está usado, apenas um comando será necessário.

Abra o Terminal no menu Aplicativos / Sistema / Terminal

Digite o comando:

uname -a

Vai aparecer algo como isso:

Linux localhost.localdomain 2.6.35.11-83.fc14.x86_64 #1 SMP Mon Feb 7 07:06:44 UTC 2011 x86_64 x86_64 x86_64 GNU/Linux

A versão do Kernel é  a parte em vermelho.


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