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Archive for maio, 2011

Aproveite melhor seu tempo com a Técnica Pomodoro

“Lembre-se: o Tempo é sempre um jogador atento que ganha, sem trapacear, cada jogada!”, escreveu Baudelaire em seu poema “O Relógio”.

A frase acima é uma das primeiras do livro “The Pomodoro Technique” (“A Técnica Pomodoro”, em tradução livre. Não foi lançado em português), escrito por Francesco Cirillo no final da década de 80. É disponibilizado gratuitamente no formato como e-book no site www.pomodorotechnique.com, e também na versão impressa, que pode ser comprada pela internet. Possui 38 páginas de leitura bem leve.

Mas vamos ao que importa: do que fala a Técnica Pomodoro?

Tudo começou com um desafio que Francisco deu a si mesmo:

“Você consegue estudar – estudar mesmo – por 10 minutos?” Eu precisava de uma validação objetiva, um tutor de tempo, e encontrei um no timer de cozinha com o formato de um tomate (ou pomodoro, em italiano).

Cronômetro do cozinha em formato de tomate

Cronômetro do cozinha em formato de tomate

A técnica não foi desenvolvida inicialmente para o desenvolvimento de software, mas para trabalho e estudo em geral. Apesar disso, parece se encaixar perfeitamente nessa atividade. Tudo foi pensado na melhor maneira de se aproveitar melhor o tempo e manter a concentração.

Francisco percebeu que um pequeno intervalo depois de alguns minutos de trabalho ajuda a relaxar e a manter a concentração. Então depois de diversos experimentos envolvendo grupos de pessoas, desenvolveu a técnica. Cada Pomodoro 25 minutos com e 3 a 5 minutos de intervalo. O quarto intervalo possui de 15 a 30 minutos e fecha um bloco.

Além disso, é preciso anotar tudo que se tem pra fazer. Ele recomenda que se use as ferramentas mais simples possíveis: papel, lápis e um cronômetro. Mas você pode utilizar planilhas do Excel / LibreOffice Calc. Lembre-se apenas de se manter o mais simples possível.

Depois de conseguir o material, são montadas inicialmente duas listas: uma é o “Inventário“, que é onde você anota tudo o que tem pra fazer. O Inventário tem três colunas: data prevista para o início, descrição e estimativa. Você só vai começar a fazer as estimativas quando estiver há alguns dias trabalhando na técnica.

Além do cronômetro, papel e caneta são instrumentos básicos da técnica

Além do cronômetro, papel e caneta são instrumentos básicos da técnica

A outra lista é a “Fazer Hoje“. Você vai riscar atividades do Inventário e colocar na lista para Fazer Hoje. Nessa lista você tem três colunas: hora de início, descrição e Pomodoros utilizados. Depois de escolhidas as tarefas do dia, temos o básico:

  1. Escolher a tarefa a ser executada;
  2. Ajustar o alarme para 25 minutos;
  3. Trabalhar na tarefa até que o alarme toque; registrar com um “x”;
  4. Fazer uma pausa curta (3 a 5 minutos);
  5. A cada quatro Pomodoros fazer uma pausa mais longa (15-30 minutos);

Algumas regras

  1. O Pomodoro é indivisível. Não existe meio ou um quarto de Pomodoro;
  2. Se um Pomodoro é interrompido definitivamente, quando você realmente tem que parar pra fazer outra coisa, você não pode marcar um X;
  3. Se uma atividade precisa de mais de 5 a 7 Pomodoros, divida em partes menores;
  4. Se demora menos de um Pomodoro, combine algumas tarefas em uma só.

Você vai ter que aprender a lidar com interrupções internas, que são as que partem de você, como uma vontade de acessar o e-mail ou ir pesquisar algo – que não está relacionado com o que você está fazendo – e com as interrupções externas, como um telefone que toca ou um colega que te chama.

Quando uma interrupção acontecer, não pare. Anote ela como urgente na lista Fazer Hoje e quando terminar o Pomodoro atual, resolva ela. Você também pode riscar e anotar no inventário pra fazer outro dia. Ou até riscar e desistir de fazer. O importante é não parar de fazer o que está fazendo até completar o Pomodoro.

Depois de começar a utilizar a lista de Inventário e Fazer Hoje, você vai precisar de uma terceira e última lista: O “Registro Permanente”. Nesse caso é recomendável utilizar uma planilha eletrônica do Excel ou LibreOffice Calc. Você vai ter as seguintes colunas: data, hora de início, tipo de atividade, descrição, número de Pomodoros, observação, e talvez uma para melhorias ou possíveis problemas.

Tudo que foi concluído vai para o Registro Permanente. Isso vai te ajudar a, no futuro, fazer estimativas melhores de quantos Pomodoros serão necessários para completar alguma atividade.

Se você não tem um cronômetro de cozinha, ou não acha conveniente utilizá-lo, pode utilizar qualquer outro. Também existem vários programas para isso. O que utilizo é o Tomighty, que pode ser utilizado em vários sistemas operacionais (Windows, Linux, Mac OS X etc.).

A Técnica Pomodoro não é a verdade absoluta. Existem pessoas que não se adaptam ou não acham ela interessante. Mas se você achou uma boa ideia, por que não tentar? Você tem muito a ganhar  e pouco a perder. Esse artigo não substitui a leitura do livro. É apenas uma ideia geral sobre a técnica. Recomendo que se você saiba inglês – mesmo que básico – leia o livro.

Como disse Baudelaire em seu poema (O Relógio): o tempo vai ganhar toda vez. Mas que tal tentar aprender a lidar melhor com esse adversário?

Mais:

http://www.pomodorotechnique.com/
http://www.pensarics.com/2009/08/a-tecnica-pomodoro/
http://www.infoq.com/br/news/2009/11/Pomodoro
http://blog.seatecnologia.com.br/2009/11/20/o-que-e-pomodoro


Ecologia Open Source

Eu não costumo postar aqui vídeos em inglês sem legenda, mas esse vídeo é auto-explicativo somente pelas imagens, e é bastante interessante. Então não resisti.

Open Source Ecology é um grupo formado por engenheiros com o objetivo de desenvolver máquinas open source, ou seja, com projetos abertos. Estranho? Vou explicar: são feitos projetos de diversas máquinas industriais e agrícolas, com diversas aplicações e baixo custo, construídas a partir de materiais simples. Isso tudo com o objetivo de fomentar uma sociedade sustentável com os confortos da vida moderna.

Veja o vídeo aqui.


Instalar o Toggl Desktop no Ubuntu

O Toggl é originalmente um sistema Web, mas possui uma versão desktop que é open source e funciona em vários sistemas operacionais, incluindo o Ubuntu. O software necessita de uma conexão com a internet para poder funcionar.

Para instalar o Toggle Desktop no Ubuntu, abra o Terminal (Menu Principal / Acessórios / Terminal) e digite o seguinte:

sudo add-apt-repository ppa:official-toggl/ppa
sudo apt-get update
sudo apt-get install toggl-desktop

Pronto. Agora é só ir em Menu Principal / Internet / Toggl Desktop e começar a usar.

O procedimento foi testado no Ubuntu 10.04 LTS, mas deverá funcionar nas versões mais recentes do sistema.


Vídeos – A Obsolescência Programada e a História das Coisas

Sabe aquele aparelho que você demorou tanto pra pagar, e que pouco depois que você terminou de fazer o pagamento das parcelas, ele simplesmente parou de funcionar? Você já parou pra pensar que as coisas de hoje em dia parecem ser feitas pra durar cada vez menos?

Algum conhecido mais velho ou até você mesmo pode ter tido uma televisão daquelas antigas, com estrutura em madeira, que durou 20, 25 ou até 30 anos. Mas porque os aparelhos que compramos hoje dificilmente duram mais que 5, ou até algumas vezes, 2 anos? Até os carros começam a dar vários problemas depois de 5 anos de uso! O nome disso é Obsolescência Programada, e não tem nada de novo nisso.

Tudo começou quando os fabricantes de lâmpadas incandescentes decidiram maximizar seus lucros fazendo seus produtos durarem menos. Isso se opõe totalmente ao trabalho Thomas Edison, o inventor da lâmpada, que gastou parte de sua vida tentando fazer seu mais importante invento durar mais!

Para onde vai nosso lixo eletrônico?

Para onde vai nosso lixo eletrônico?

Agora isso está impregnado em tudo, desde um simples tênis, a um carro, passando por notebooks, impressoras e iPods. E muito além disso, eles nos fazem acreditar que o que temos já não serve mais, e que mesmo que esteja funcionando, devemos comprar um produto novo.

Mas esse conceito foi criado na década de 20, onde não se acreditava que os recursos naturais eram finitos. Será que isso se aplica à realidade de hoje?

O documentário ” Obsolescencia Programada – (Comprar, Tirar, Comprar)” fala exatamente sobre isso. Possui 50 minutos de duração e é em espanhol, mas é bem tranquilo de entender. Vale muito a pena assistir.

Também coloquei outro vídeo que também trata desse tema: “A História das Coisas” –  que eu já tinha até publicado aqui, mas acho que vale a pena ver de novo 😛 – e é ainda mais didático e totalmente em português. Assista também!

Se gostar, repasse pra os seus amigos.

 

 


20 melhores logos comemorativos do Google

Entrar no Google é uma tarefa corriqueira para muita gente, e de vez em quando ele te faz uma surpresa: ao invés do clássico logo do buscador, mostra uma marca comemorativa. Algumas bem inusitadas. Já foram publicadas centenas de marcas, sendo algumas para o mundo todo, e outra somente para um país ou um grupo de países. Fiz uma seleção das 20 melhores (na minha opinião).

Em primeiro lugar disparado, sem dúvida, está a do Pacman (come-come). O que tem de mais interessante nela é jogável! Isso mesmo! Você pode jogar Pacman com o logo do Google. A marca foi publicada no 21 de Maio de 2010 em todo o mundo em homenagem ao aniversário do jogo. Abaixo você pode visualizá-la. Clique na imagem e será redirecionado para a página especial. Clique em “Insert Coin” para jogar.

Google - Logo comemorativo: 30º Aniversário do Pacman (21/05/2010). Clique na imagem para jogar.

Google - Logo comemorativo: 30º Aniversário do Pacman (21/05/2010). Clique na imagem para jogar.

Google - Logo comemorativo: Descoberta do Raio-X (08/11/2010)

Google - Logo comemorativo: Descoberta do Raio-X (08/11/2010)

Google - Logo comemorativo: Dia da Terra (22/04/2010)

Google - Logo comemorativo: Dia da Terra (22/04/2010)

Google - Logo comemorativo: Aniversário dos Flintstones (30/09/2010)

Google - Logo comemorativo: Aniversário dos Flintstones (30/09/2010)

Google - Logo comemorativo: Centenário de Jacques Cousteau (11/06/2010)

Google - Logo comemorativo: Centenário de Jacques Cousteau (11/06/2010)

Google - Logo comemorativo: Aniversário do primeiro sundae documentado (03/04/2011)

Google - Logo comemorativo: Aniversário do primeiro sundae documentado (03/04/2011)

Google - Logo comemorativo: Invenção do Còdigo de Barras (07/10/2009)

Google - Logo comemorativo: Invenção do Còdigo de Barras (07/10/2009)

Google - Logo comemorativo: Comic-Con (23/06/2009)

Google - Logo comemorativo: Comic-Con (23/06/2009)

Google - Logo comemorativo: Eleições japonesas (30/08/2009)

Google - Logo comemorativo: Eleições japonesas (30/08/2009)

Google - Logo comemorativo: Dia dos pais (21/06/2009)

Google - Logo comemorativo: Dia dos pais (21/06/2009)

Google - Logo comemorativo: Aniversário da chegada do homem à Lua (20/06/2009)

Google - Logo comemorativo: Aniversário da chegada do homem à Lua (20/06/2009)

Google - Logo comemorativo: Aniversário de Charles Darwin (12/02/2009)

Google - Logo comemorativo: Aniversário de Charles Darwin (12/02/2009)

Google - Logo comemorativo: Aniversário da NASA (29/07/2008)

Google - Logo comemorativo: Aniversário da NASA (29/07/2008)

Google - Logo comemorativo: Dia da Terra (22/04/2008)

Google - Logo comemorativo: Dia da Terra (22/04/2008)

Google - Logo comemorativo: Aniversário do LEGO (28/01/2008)

Google - Logo comemorativo: Aniversário do LEGO (28/01/2008)

Google - Logo comemorativo: Aniversário de Van Gogh (30/03/2005)

Google - Logo comemorativo: Aniversário de Van Gogh (30/03/2005)

Google - Logo comemorativo: Dia da Austrália (26/01/2005)

Google - Logo comemorativo: Dia da Austrália (26/01/2005)

Google - Logo comemorativo: Halloween (31/10/2002)

Google - Logo comemorativo: Halloween (31/10/2002)

Google - Logo comemorativo: Aniversário de Picasso (25/10/2002)

Google - Logo comemorativo: Aniversário de Picasso (25/10/2002)

Google - Logo comemorativo: Dia de Martin Luther King (19/01/2002)

Google - Logo comemorativo: Dia de Martin Luther King (19/01/2002)

Veja todos os logos comemorativos já publicados clicando aqui!


Compatibilidade da placa wireless PCI TP-Link TL-WN350GD com o Ubuntu 10.04 LTS 32-bit

Recentemente testei a placa TP-Link TL-WN350GD com o Ubuntu 10.04 LTS 32-bit e gostaria de fazer um breve relato sobre a experiência.

O dispositivo foi detectado automaticamente pelo Ubuntu durante a instalação, e não tive nenhum problema com ela. Testei por quase uma semana em quatro computadores diferentes (simultaneamente), e não percebi nada de anormal. O fabricante não disponibiliza drivers para Linux no site.

Lembrando que ela só suporta os padrões B e G, que são mais antigos. O padrão N é o mais atual e tem taxa de transferência nominal de 300Mbps. Se a intenção for usar apenas para conexão à internet, é uma boa opção. Caso contrário é mais interessante utilizar uma placa (e um roteador) com padrão N.

Especificações

Padrões:
IEEE 802.11g
IEEE 802.11b
Interface: 32-bit PCI
Taxa de transmissão sem-fios com fallback automático:
11g:54/48/36/24/18/12/9/6 Mbps (dinâmico)
11b:11/5.5/3/2/1 Mbps (dinâmico)
Faixa de freqüências: 2.4GHz
Potência de transmissão sem-fios: 18dBm
Tipo de modulação: 1M DBPSK, 2M DQPSK, 5.5M/11M CCK,
6M/9M/12M/18M/24M/36M/48M/54M OFDM
Sensibilidade do receptor:
54M: -68dBm@10% PERLink para o site do fabricante.
11M: -85dBm@8% PER
6M: -88dBm@10% PER
1M: -90dBm@8% PER
Antena: Omni Directional, 2dBi, detachable (TL-WN350GD)
Segurança: 64/128/152 bit WEP, WPA/WPA2, WPA-PSK/WPA2-PSK (TKIP/AES)
Suporta Sistema Operacional: Windows 2000/XP/Vista
Temperatura de operação: 0°C até 40°C
Temperatura de armazenamento: -40°C até 70°C
Umidade relativa: 10% até 90%, sem condensação
Umidade de armazenamento: 5% até 95%, sem condensação
Dimensões do produto (CxLxA): 133 x 121 x 22mm

Link para o site do fabricante.


Banco de Dados com tabela das cidades do Brasil para os SGBD MySQL e SQL Server

Hoje estava fazendo um trabalho utilizando o SQL Server 2005, e precisei de uma tabela com as cidades do Brasil. Consegui uma com as cidades, siglas dos estados e os códigos dos municípios fornecidos pelo IBGE. Aproveitei e converti a tabela para o MySQL. Disponibilizo aqui os dois arquivos, para quem se interessar:

Cidades do Brasil – SQL Server

Cidades do Brasil – MySQL

Atenção: O arquivo referente ao SQL Server é um arquivo .bak, ou seja, é um backup da base completa. O arquivo referente ao MySQL contém apenas a tabela das cidades, ou seja, a base já deverá estar criada antes da importação.

 


Atalho direto para máquina virtual do VirtualBox no Ubuntu (Gnome)

Se você utiliza muito uma ou mais máquinas virtuais, um atalho direto para poder acessá-las sem a necessidade de abrir o VirtualBox antes é uma boa idéia. Vocẽ pode adicionar o atalho a um painel do Gnome (as barras que ficam em cima e embaixo). O procedimento foi testado no Ubunto 10.04 LTS. Siga os passos:

  1. Clique com o botão direito no painel superior
  2. Clique em Adicionar ao painel
  3. Escolha lançador de aplicativo personalizado
  4. Em "nome" coloque o nome da máquina virtual (Ex.: Windows XP)
  5. Em "comando" coloque o seguinte: VBoxManage startvm [NomeDaMaquina]
  6. Depois é só clicar em OK e pronto

No lugar de [NomeDaMaquina], você vai colocar o nome da sua máquina virtual, que é definido no próprio VirtualBox. É interessante que não haja espaços no nome. Ex.: Se o nome for Windows XP, você deve mudar para WindowsXP

Adicionado em 06/04/2016: Se a máquina principal (host) for Windows, é só criar um link para o caminho: "C:\Program Files\Oracle\VirtualBox\VBoxManage.exe" startvm "[NomeDaMaquina]"


Liberation Fonts: Uma alternativa livre às fontes proprietárias do Windows

O Linux, principalmente o Ubuntu, tem se tornado cada vez mais popular. Apesar de não ter os mesmo programas – e isso nunca foi objetivo da comunidade Linux – existem alternativas para a maioria dos softwares utilizados no Windows.

Um problema que muitos têm quando se deparam com o LibreOffice / OpenOffice / BrOffice no Linux está relacionado às fontes. Arial, Times New Roman e cia. não estão disponíveis, porque são proprietárias da Microsoft, ou seja, ela possui todos os direitos sobre essas fontes. Existem textos que só podem ser redigidos em uma fonte específica, como por exemplo trabalhos acadêmicos, monografias, dissertações e teses de doutorado, que seguem as regras da ABNT, que por sua vez exige Arial ou Times New Roman.

Então o que fazer? Voltar para o Windows? A resposta é não! Existem duas coisas que você pode fazer:

1. Você pode baixar essas fontes e instalar no Windows. Isso mesmo! Simples assim. Veja como fazer isso no Ubuntu aqui.

2. O caminho mais sensato – na minha opinião: utilizar as fontes livres que já vem no sistema, e são praticamente idênticas às da Microsoft. As maioria das fontes foram criadas por Steve Matteson, da Ascender Corp e licenciadas como GPL v2 (com algumas exceções) pela Red Hat em 2008, e obteve contribuição da Oracle em 2010.

As fontes disponíveis no pacote Liberation Fontes são: Liberation Sans, Liberation Serif, Liberation Mono e Liberation Sans Narrow. Elas possuem mesmo espaçamento horizontal e vertical que as da Microsoft – sem deixar de ter sua própria identidade – o que quer dizer que a quantidade de linhas e páginas não é alterada. Quer saber qual fonte equivale a qual? Veja nas imagens abaixo:

Liberation Serif é equivalente à Times New Roman

Liberation Serif é equivalente à Times New Roman

Liberation Sans é equivalente à Arial

Liberation Sans é equivalente à Arial

Liberation Mono é equivalente à Courier New

Liberation Mono é equivalente à Courier New

A última fonte adicionada ao pacote foi a Liberation Sans Narrow, que foi colaboração da Oracle em 2010 e é equivalente à Arial Narrow.

Agora você não pode mais usar  a desculpa de voltar para o Windows por causa do Office! 🙂


Lançada a Edição 25 da Revista Espírito Livre!

Revista Espírito Livre 25

Revista Espírito Livre 25

Pra quem ainda não conhece, vale a pena dar uma olhada. A revista é eletrônica (PDF) e gratuita. Traz várias novidades do “mundo do software livre” e está completando dois anos. Veja o editorial:

Chega o mês de abril, mês em que a Revista Espírito Livre completa 2 anos de existência. E o que dizer nestes dois anos em que a revista esteve presente na vidas dos leitores e dos colaboradores envolvidos? Muita coisa! Muita coisa dizer. Confesso que não imaginei que chegaríamos tão longe. Também não imaginei que teria caminhando ao meu lado, tanta gente envolvida em causas importantes, causas que tornam o meu e o seu cotidiano, diferente. Trouxemos à tona assuntos que alguns haviam sido esquecidos, assuntos densos e complexos, assuntos bacanas e aplicáveis no dia a dia. Muita gente passou por estas páginas, sejam do Brasil, ou de fora. Sejam para divulgar materiais, sejam para sugerir e opinar, dando sua versão, sua contribuição. E como era de se esperar, conforme a empreitada vai ficando maior, os problemas que antes nem existiam, começam a aparecer, e aos montes. O que antes se fazia por puro hobbie, começa a tomar proporções antes não imaginadas. E o projeto vai tomando forma e se tornando adulto, criando subprojetos, com novas perspectivas e novos desafios. Os poucos que se juntaram na caminhada, em seu início, hoje se misturam a tantos outros, que continuam conosco mês a mês, e a tantos outros que também já não estão mais por aqui.

E as conquistas? Ah, estas foram muitas! E a mais recente delas é nosso próprio ISSN. Em breve apresentaremos mais detalhes a respeito. Em breve estaremos com site novo e ações ainda mais movimentadas dentro das mídias sociais existentes. Será que teremos uma edição internacional? E edições impressas, que antes nem faziam parte dos planos?! Tem muita coisa legal vindo por aí!

Mas nem tudo são flores… Em meio a problemas, sejam de saúde, de falta de tempo e disponibilidade, de motivação, vamos caminhando, mas não cansados ou desanimados, e sim atuantes e certos que o caminho a seguir é este, cada vez com mais envolvidos, com novos olhares, que trazem novas óticas, novos pontos de vista e novas reflexões. A meu ver, em resumo, batemos a marca de dois anos de obstáculos, dois anos de conquistas!

E nesta edição de aniversário, o tema é um tanto quanto polêmico e por muitos, não compreendido ou aceito. Sabemos que existem inúmeras distribuições GNU/Linux, cada uma com um propósito e público-alvo bem específicos. Entretanto, com o passar do tempo, as distribuições, para acompanharem certas inovações ou recursos disponíveis, acabaram incluindo, seja em seu kernel, seja em seus repositórios oficiais, conteúdos não-livres e muitas vezes sem informar a seus usuários. Esta é uma realidade em praticamente todas as distribuições conhecidas e utilizadas. E é nesta realidade que também existem as distribuições Linux 100% Livres, que não são a maioria, mas estão presentes em muitos computadores e estão lá por um propósito: prover liberdade.

Neste contexto, conversamos com vários colaboradores que estão envolvidos neste tema, nos trazendo matérias sobre este assunto. Como entrevista internacional, conversamos com Rubén Rodríguez Pérez, líder do Projeto Trisquel Linux, uma das distribuições 100% livres, e bastante popular entre aqueles que buscam um desktop linux bonito, estável e 100% livre.

Além do tema de capa, recebemos uma quantidade enorme de novos materiais, que poderão ser encontramos nas suas respectivas seções. Também voltamos, a todo vapor, com novas promoções entre os leitores da revista! Então estejam atentos, pois muita coisa bacana está a caminho.

Para finalizar, neste segundo aniversário, venho mais uma vez agradecer a todos os envolvidos com a Revista Espírito Livre. Um abraço forte a todos!

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