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Linux

Warsaw (Banco do Brasil) não funciona no Firefox com Linux (Mint, Ubuntu etc.)

Estava com esse problema e alguns artigos sugeriam reinstalar o Warsaw. Não adiantou.

Li um artigo que orientava a exportar o certificado do Chrome e importar no Firefox, pois, segundo o autor, isso não funcionava automaticamente após a versão 58 do Firefox. Tentei fazer o que foi sugerido e funcionou! 🙂

Segue aqui para referência, caso o artigo original saia do ar:

Para configurar o acesso pelo Firefox:

  1. Abra o navegador Chrome e no endereço: chrome://settings/certificates acessar a aba autoridades e procurar por Warsaw Personal CA. Escolha exportar e salve o certificado na pasta de sua preferência.
  2. Abra o navegador Firefox e vá ao endereço: about:preferences#privacy, opção ver certificados (View Certificates), escolha importar (Import) e aponte para o certificado anteriormente exportado. Se o certificado não aparecer na pasta, escolha a opção "Todos os arquivos" (All Files). Marque os campos para confiar.

 


Add Document To GLPI thru API (PHP)

<?php

    $sessiontoken = "k7uhook39qa4abb0naot8p25r4";
    $url = "localhost/glpi";
    $apptoken = "jYPzF6c9j9pTDBdZXwIBsGxzoGhoWyef4wXUAsr2";
    $filename = "/tmp/image4.png";

$file = file_get_contents($filename);
 
$curl = curl_init();

curl_setopt_array($curl, array(
  CURLOPT_URL => "http://".$url."/apirest.php/Document/",
  CURLOPT_RETURNTRANSFER => true,
  CURLOPT_ENCODING => "",
  CURLOPT_MAXREDIRS => 10,
  CURLOPT_TIMEOUT => 30,
  CURLOPT_HTTP_VERSION => CURL_HTTP_VERSION_1_1,
  CURLOPT_CUSTOMREQUEST => "POST",
  CURLOPT_POSTFIELDS => "——WebKitFormBoundary7MA4YWxkTrZu0gW
Content-Disposition: form-data; name=\"uploadManifest\"
 
{\"input\": {\"tickets_id\": \"4\",\"name\": \"01Chamado 1234567bc\", \"_filename\" : [\”$filename\”]}}
——WebKitFormBoundary7MA4YWxkTrZu0gW
Content-Disposition: multipart/form-data; name=\"ab\"; filename=\"$filename\";
Content-Type: image/png;
 
$file
——WebKitFormBoundary7MA4YWxkTrZu0gW–",
  CURLOPT_HTTPHEADER => array(
    "app-token: $apptoken",
    "cache-control: no-cache",
    "content-type: multipart/form-data; boundary=—-WebKitFormBoundary7MA4YWxkTrZu0gW",
    "postman-token: 3cc7a7f0-2f01-36dc-8ccc-a8b263d2e26c",
    "session-token: $sessiontoken"
  ),
));

$response = curl_exec($curl);
$err = curl_error($curl);

curl_close($curl);

if ($err) {
  echo "cURL Error #:" . $err;
} else {
  echo $response;
}

?>


Associate Document To Ticket (Document_Item) thru GLPI Shell Example

#!/bin/sh

curl -X POST \
-H 'Content-Type: application/json' \
-H "Session-Token: bvb01r0anhqe4vqrtft2du4lh1" \
-H "App-Token: jYPzF6c9j9pTDBdZXwIBsGxzoGhoWyef4wXUAsr2" \
-d '{"input": {"itemtype": "Ticket", "documents_id": "31", "items_id": "4"}}' \
'http://localhost/glpi/apirest.php/Document_Item/'


Apt-get com proxy no Linux Mint, Ubuntu e Debian

Se você estiver tentando atualizar ou instalar aplicativos utilizando o apt e receber erros como esses:

Ign:55 http://archive.ubuntu.com/ubuntu xenial/universe i386 Packages
Err:123 http://security.ubuntu.com/ubuntu xenial-security/main amd64 Packages
407 Proxy Authentication Required

Provavelmente o problema é causado porque você está por trás de um proxy de rede e não está autenticado nele.

Para conseguir executar o comando desejado, basta incluir a opção “Acquire” no comando, como no exemplo abaixo:

sudo apt-get -o Acquire::http::Proxy=”http://usuario:senha@proxy:porta” update

Fonte: https://forums.linuxmint.com/viewtopic.php?t=137533


Minha mini-saga pelo reembolso do Windows

Você sabia que pode solicitar o reembolso do Windows que vem instalado em um notebook que você comprar, caso não deseje utlizá-lo? O Windows é um produto individual (já que pode ser comprado separadamente), e quando ele veio instalado no notebook que você comprou, é considerado venda casada, que é quando você é obrigado a levar um produto ao comprar o que lhe interessa (imagine que toda vez que você fosse na padaria comprar pão, fosse obrigado a levar junto um chocolate "de graça").

Muitos fornecedores dizem que é brinde, mas não é. Você está pagando por isso. Aqui vou fazer um breve relato de como consegui o reembolso, de uma forma um pouco diferente do que li em outros relatos na internet.

Eu uso exclusivamente Linux em casa há uns 6 anos. Meu penúltimo notebook veio com Windows instalado, e eu sequer iniciei ele a primeira vez. Na época sabia que poderia solicitar a devolução, mas acabei deixando pra lá.

No fim do ano passado comprei um notebook novo (Um Dell, no Submarino. O Submarino é da empresa B2W, que também é dona do Shoptime e das Americanas.com) no Black Friday. Não tinha a opção de comprar sem Windows, e no site da Dell, que dá essa opção, era mais caro. Resolvi comprar e tentar o reembolso depois.

O notebook chegou e segui a orientação que vi em vários relatos: não ative o Windows (ou seja, começar a usar pela primeira vez). Você até pode ligar ele, mas quando chegar na hora de clicar no botão para aceitar os termos, você não deve clicar. Se fizer isso, o produto é ativado e a devolução fica impossibilitada.


Você NÃO DEVE clicar no botão ACEITO!

Também foram feitas sugestões de fotografar quando você tiver desembalando o produto, bem como as etiquetas de entrega que estiverem na caixa, e fotografar também as telas dos termos do Windows (como essa acima). Eu fiz isso, mas não foi necessário. Em todo caso, não custa nada fazer, para o caso de solicitarem as imagens.

Depois é hora de ligar para o lojista e solicitar a devolução. Se negarem, informe que você está amparado pelo código de defesa do consumidor, que proíbe venda casada. Provavelmente vão dizer que é brinde, mas insista. Se não tiver êxito, diga que vai entrar no Procon. Lembre de anotar o protocolo da ligação, além da data, hora e nome do atendente. Se a loja não fornecer protocolo, envie a solicitação por e-mail para que fique registrado (e guarde o e-mail, claro!).

Recomendo que ligue também para a Microsoft e o fabricante (no caso, a Dell). Eu não fiz isso, mas se tivesse feito, talvez tivesse encurtado a história (no final você vai saber o motivo).

No meu caso, teve um facilitador. O submarino enviou, na nota fiscal, discriminado o valor do softwares. Então já ficou claro que se tratava de venda casada.

Nota fiscal discriminando o valor da licença do Windows

Nota fiscal discriminando o valor da licença do Windows

Não obtive êxito junto à loja. Mas é importantíssimo que você reclame com a loja antes de seguir adiante. E isso deve ser feito o quanto antes. De preferência, dentro de 7 dias. Depos de reclamar à loja e não conseguir resolver, você te duas opções:

  • Registrar uma reclamação contra a loja e a Microsoft (não esqueça da Microsoft!) no Procon.
  • Ir ao juduciário (juizado especial). Se não souber onde fica, ligue para o Tribunal de Justiça do seu estado (normalmente no rodapé do site tem o telefone).

As duas opções são gratuitas e não é necessário advogado. Sugiro ir ao Procon primeiro, pois tende a ser mais simples pra resolver. Se não resolver, e você for ao judiciário, o juiz provavelmente irá ver com bons olhos o fato e você ter tentado todas as opções antes de judicializar.

Fui ao Procon, e o acordo que me foi oferecido pela B2W (Submarino) foi a devolução do notebook, e obviamente eu não aceitei, já que comprei numa promoção e não conseguiria comprar novamente pelo mesmo preço. A Microsoft não compareceu.

Decidi ir ao juizado especial, porém demorei algumas semanas pra fazer isso. Mas antes que eu desse entrada, meu telefone tocou:

– Alô, Tiago? Aqui é Fulana, advogada da Microsoft do Brasil. Estou ligando para oferecer uma acordo para que seja retirada a queixa no Procon.

– Certo… qual o acordo?

– R$350 (trezentos e cinquenta reais). Você aceita?

– Precisa de quê?

– Só do nome do seu banco, agência e conta corrente. O dinheiro cai em 15 dias.

– Tá bom… aceito

Dois dias depois cai o dinheiro na minha conta.

Se quiser saber mais sobre o Windows, procure por "Reembolso Windows" no Google. Tem vários e vários relatos explicando como fazer 😉

 


Habilitando e desabilitando o Touchpad no Linux

Existe um comando para habilitar e desabilitar o Touchpad no Linux.

Abra o Terminal (CTRL + T).

Para habilitar:

synclient TouchpadOff=0

Para desabilitar:

synclient TouchpadOff=1

Se você preferir, crie scripts para facilitar a chamada a esses comandos.

Fonte: http://ubuntuforum-pt.org/index.php?topic=48778.0


Como criar script Linux

Esse é mais um daqueles artigos ultra diretos. É bem feijão com arroz. Só pra criar um script rapidinho para que você possa chamar uma lista de comandos a partir de qualquer lugar pela linha de comando.

Primeiro abra o Terminal (No Linux Mint, Ubuntu e Debian: CTRL + ALT + T).

Pegue as permissões de root:

sudo su

Crie o arquivo do script com o nano:

nano /usr/bin/meuscript

O comando acima vai criar o arquivo meuscript na pasta /usr/bin/. Essa é uma das pastas que você pode armazenar seu script para que ele seja chamado de qualquer lugar. Por exemplo: vocé só precisaria digitar meuscript e ele seria executado.

Comece seu script com a seguinte linha:

#!/bin/sh

A linha acima irá dizer qual interpretador será utilizado, evitando alguns problemas.

No exemplo, vou executar um script que salva a data atual em um arquivo de texto. Então seria algo assim:

#!/bin/sh

#Salva a data atual no arquivo /tmp/testemeuscript.txt
date > /tmp/testemeuscript.txt

Com exceção da primeira linha, tudo que começa com # é comentário, ou seja, não será executado. Quando você usa o símbolo de maior que (>), será enviada a saída desse comando ao arquivo definido. Nesse caso, a saída de date para /tmp/testemeuscript.txt.

Se você usar apenas um "maior que" (>), ele limpará o arquivo antes de salvar os dados. Se colocar dois "maior que" (>>).

Digite CTRL + O e em seguida Enter para salvar o arquivo, e em seguida CTRL + X para sair do nano e voltar ao terminal.

Por último, você precisa dar permissão de execução ao script:

chmod +x /usr/bin/meuscript

E agora você pode executá-lo:

meuscript

Aparentemente nada aconteceu, mas acredite: aconteceu! 😛

Vamos ver a data salva no arquivo de texto:

cat /tmp/testemeuscript.txt

Se deu tudo certo, a data apareceu pra você! Lembre-se que o diretório /tmp/ é apagado quando o sistema inicia, ou seja, é só pra coisas temporárias :P. O comando cat lê o arquivo e exibe na tela. Se precisar imprimir algo na tela, use o echo, como no exemplo:

echo date

É isso! Dùvidas? Pergunte nos comentários!


Testando a conexão do seu desktop ou servidor Linux por linha de comando com o Speedtest-cli

O Speedtest.net é uma ferramenta bem conhecida e confiável para realização de testes de velocidade. Ele tem diversos servidores de teste espalhandos pelo mundo, e vai escolher o mais próximo ao lugar onde você está, para um teste mais confiável.

Há alguns anos fiz esse artigo sobre teste de velocidade de internet, mas hoje em dia o que eu faço é criar um script que testa periodicamente a velocidade (coloco de hora em hora) e salva os resultados em um log.

Vou mostrar como fazer. Abra o Terminal (CTRL+ALT+T).

Primeiro você deve verificar a versão do python que você tem instalada. Deve ser superior à 2.4:

python -V

Os três comandos abaixo vão baixar, dar permissão de execução e mover para /usr/bin, assim ele poderá ser chamado a partir de qualquer lugar.

sudo wget https://raw.github.com/sivel/speedtest-cli/master/speedtest_cli.py
sudo chmod a+rx speedtest_cli.py
sudo mv speedtest_cli.py /usr/bin/speedtest-cli

Agora você pode rodar o comando abaixo:

speedtest-cli

E terá um resultado como esse:

Retrieving speedtest.net configuration...
Retrieving speedtest.net server list...
Testing from Global Village Telecom (177.158.236.209)...
Selecting best server based on latency...
Hosted by UAUBR (Simao Dias) [76.36 km]: 9.644 ms
Testing download speed........................................
Download: 14.33 Mbit/s
Testing upload speed..................................................
Upload: 5.22 Mbit/s
Share results: http://www.speedtest.net/result/5269792489.png

E assim será possível constatar que estou sendo roubado pela operadora, já que contratei 50 Mega e estou recebendo menos de 15 😛

Uma coisa bem interessante é o "Share results" onde ele disponibiliza um link para a imagem de resumo do teste realizado, assim dá pra deixar registrado e compartilhar com outras pessoas, da mesma forma que é feito pelo site do Speedtest.net.

Também podemos criar um script que testa periodicamente e guarda o dados em um log.

Digite sudo nano /usr/bin/speedtest.sh (ou outro nome que desejar) e coloque o conteúdo abaixo:

#!/bin/bash

#Script que testa velocidade da internet utilizando o Speedtest.net
#Autor: Tiago Passos
#Fonte: http://blog.tiagopassos.com/2016/04/22/testando-a-conexao-do-seu-desktop-ou-servidor-linux-por-linha-de-comando-speedtest-cli/

echo "###" >> ~/speedtest.log
date >> ~/speedtest.log
speedtest-cli --share >> ~/speedtest.log
date >> ~/speedtest.log
echo "###" >> ~/speedtest.log
echo "" >> ~/speedtest.log

Não esqueça de dar permissão de execução:

sudo chmod +x /usr/bin/speedtest.sh

Nesse caso eu salvei o log na raiz do usuário logado (~/speedtest.log), mas você pode escolher outro lugar. Adicionei a data (date) porque o teste não, mostra na saída de texto, nenhuma data.

Pra completar, podemos colocar o teste no cron. Para executar de hora em hora. Digite:

crontab -e

E acrescente a linha:

0 * * * * speedtest.sh

Pronto! Deu certo? Deu errado? Teve que fazer diferente? Comente!

Fonte:


Compatibilidade do Notebook DELL I14-5448-C25 e do Wi-Fi Intel 7265

Comprei um Notebook Notebook DELL I14-5448-C25, que vem com a placa Wi-Fi Intel 7265, recentemente, e estou escrevendo esse post apenas para registrar que ele não é compatível com o Linux (especificamente o Linux Mint).

Com isso quero dizer que, se você instalar o Linux Mint 17 nele, nem tudo vai funcionar automaticamente, em especial a placa wi-fi e a placa de rede.

A placa wi-fi chega a conectar, mas fica totalmente instável, com conexão lenta e perda de pacotes após alguns minutos, até que eventualmente para de funcionar até que você reinicie a placa.

O que eu gostaria de escrever nesse post é como fazer pra que ela funcione corretamente. E para isso pesquisei em vários fóruns, que davam várias sugestões (links abaixo). Como tentei muitas coisas diferentes, é difícil dizer o que realmente funcionou, e para ter certeza do que funcionou, eu teria que reinstalar o Linux Mint (coisa que nesse momento exato não tenho tempo para fazer).

Como não queria que toda a pesquisa passasse em branco, resolvi fazer esse post para que sirva de guia pra quem tiver o mesmo problema.

O que consegui na verdade não foi a solução do problema, e sim uma solução de contorno.

As placas WI FI modernas vem com suporte a 3 padrões diferentes (B, G e N). Para fazer funcionar, tive que desativar o suporte ao padrão N, com conexões mais rápidas, porque supostamente é aí que reside o bug que faz a placa ficar instável. O efeito colateral disso é que a conexão máxima seria do padrão G (54Mbps). Mas como dificilmente me conecto em uma rede maior que isso, pra mim não faz tanta diferença.

Outra coisa que fiz e talvez ajude foi atualizar para o Kernel 4.5. Também desativei o modo de economia de energia, o que também deve ter ajudado.

Quando instalei o Kernel novo, o monitor, que antes ficava com um brilho bem baixo, também começou a funcionar corretamente.

O problema que realmente não consegui resolver ainda foi a placa de rede (Ethernet, cabeada) que não funciona.

Se alguém identificar a solução mais efetiva para o problema do WI-FI e da Ethernet, peço encarecidamente que compartilhe aqui nos comentários. Adicionarei ao artigo com os devidos créditos.

Segue abaixo todos os links que utilizei, para referência:


Instalando o Kernel 4.5 no Linux Mint, Ubuntu e Debian rapidamente

Essa é uma daquelas dicas rápidas. Então vamo lá:

Acesse o terminal (CTRL + ALT + T).

Para Kernel de 32 bits, digite o comando:

cd /tmp; wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_i386.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500_4.5.0-040500.201603140130_all.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-image-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_i386.deb; sudo dpkg -i *.deb

Para Kernel de 64 bits, digite o comando:

cd /tmp; wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_amd64.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500_4.5.0-040500.201603140130_all.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-image-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_amd64.deb; sudo dpkg -i *.deb

Depois você precisa atualizar o GRUB:

sudo update-grub

E reiniciar o computador:

sudo reboot

Pronto! Está tudo atualizado! 🙂

Informações adicionais:

Pra saber a versão atual do Kernel, digite:

uname -r

Caso queira remover o Kernel instalado:

sudo apt-get purge linux-image-4.5-*

E em seguida atualize o GRUB novamente

sudo update-grub

Você pode escolher usar uma das versões anteriores quando iniciar o sistema.

Esse tutorial foi testado no Linux Mint 17, mas a principio funciona no Debian e Ubuntu sem problemas.

Fonte: https://mintguide.org/system/584-install-linux-kernel-4-5-stable-on-linux-mint.html


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