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Tag: facebook

Falha de segurança “HeartBleed” expõe maioria dos serviços na internet

Talvez vocês saibam (ou talvez não), mas foi descoberta uma vulnerabilidade que afetou a maioria dos serviços na internet.

O nome da vulnerabilidade é Heartbleed, e na prática, tornou possível que os serviços expostos pudessem ter seus dados roubados por hacker, ou seja, alguém pode, nesse momento estar acessando seu e-mail ou sua conta do Facebook 😉

A boa notícia é que todos os grandes serviços já corrigiram, e que em princípio, sites de bancos não foram afetados.

A má notícia é que não dá pra saber se alguma coisa foi roubada, e nem se todos os serviços já aplicaram suas correções integralmente. Já que pra fazer essa correção, pode levar semanas de trabalho para o servidor.

Alterar a senha dos serviços mais importantes é boa idéia. Não garante 100%, mas já ajuda. Então é recomendável que você mude, no mínimo, a senha do seu e-mail e do Facebook.

Outra dica é usar autenticação dupla. Dessa forma torna-se praticamente impossível que alguém acesse seu serviço, mesmo que tenha a senha. Basta ter um celular com Android pra isso. Alguns artigos interessantes em relação ao assunto:


Navegue de forma segura (ou em sites bloqueados) com o JAP no Linux

Quando você navega pela internet, suas informações circulam por proxies e outros servidores, o que pode ser perigoso. Informações confidenciais como números de cartão de crédito e até senhas podem simplesmente cair na mão de bandidos sem que você saiba como. Para te ajudar a impedir isso, existe um programa chamado JAP. O programa também serve para acessar sites bloqueados em alguns proxies, mas se você vai usar isso ou não, é responsabilidade sua :). São disponibilizados servidores pagos e gratuitos, e mostrarei como usar servidores gratuitos.

O que o ele faz é o seguinte: ao invés de se conectar diretamente a um site, o programa utiliza servidores próprios que baixam a página pra você, e te enviam de forma criptografada. Isso te dá uma segurança maior, mas tem um custo. Sua conexão ficará bem mais lenta. Por isso é interessante utilizar só quando necessário. Para instalar, faça o seguinte:

Abra o Terminal (no Fedora, o Terminal é acessado Menu Principal / Sistema / Terminal. No Ubuntu, é acessado é Aplicativos / Acessórios / Terminal) e digite:

java - version

Deve aparecer algo como isso:

java version "1.6.0_22"

No meu caso, a versão instalada do Java é a 1.6. É necessário ter instalado a versão 1.2 ou superior, e recomendável ter a 1.4 ou superior. Se você possui uma versão inferior à 1.4 faça a atualização do sistema ou o download no site da Sun de uma versão mais nova.

Depois isso, você precisa baixar o programa aqui. Com o programa baixado, vá até a pasta onde ele se encontra (pelo terminal) como no exemplo abaixo:

cd /home/SEU_NOME_DE_USUARIO/Download

Não se esqueça de fornecer o caminho correto. A linha acima é só um exemplo.

Quando estiver na pasta, digite:

java -jar JAP.jar

O comando acima irá executar o JAP. Quando ele abrir, feche o assistente de configuração e em Avaliable Servers (servidores disponíveis) escolha um servidor gratuito. No meu caso, funcionou com o servidor Custom filter / Dresden (JAP).

Depois disso você precisa configurar o navegador. Vou mostrar como fazer no Firefox. É bem simples:

Acesse o menu Editar / Preferências / Avançado / Rede / Configurar Conexão.

Marque a opção “Configuração Manual de Proxy” e “Usar este Proxy para Todos os Protocolos”.

Em HTTP digite: 127.0.0.1 e em Porta digite: 4001

Pronto. Agora você está navegando de forma segura e anônima! Os dados trafegados são contados em Encrypted data transferred.

O procedimento foi testado no Linux Fedora 14, mas deve funcionar em qualquer Linux.


Internet via satélite para cobrir os protestos no Oriente Médio. Uma pequena doação pode ajudar

Todos sabemos o que vem acontecendo em vários países do Oriente médio nas últimas semanas. Vários deles são/eram governados por ditadores há várias décadas, e somente agora, a partir dos protestos que aconteceram na Tunísia, as populações de muitos deles começaram também a se rebelar. Os ditadores – como em qualquer ditadura – viviam uma vida de luxo, com fortunas de bilhões de dólares, enquanto a imensa maioria das pessoas viviam na extrema pobreza. Se você não sabe do que estou falando, clique aqui.

Mas uma coisa existe de muito diferente nessas revoltas populares, em comparação às que aconteceram em tempos passados: a importância da internet. Nesses países, as redes sociais foram essenciais para levar as pessoas às ruas, e sabendo disso, esses governos resolveram interromper suas conexões com a internet, o que representa um sério abuso à liberdade de expressão.

Protestos no Iêmen

Protestos no Iêmen

A internet que muitos sempre pensaram ser um espaço totalmente livre está correndo sérios riscos, e nesses países, ela nem está mais acessível. Para isso, a organização Avaaz, que segundo eles próprios é “uma comunidade de mobilização online que leva a voz da sociedade civil para a política global”, está arrecadando fundos para enviar modems e telefones via satélite, além de pequenas câmeras, a fim de permitir que as notícias desses lugares cheguem ao resto do mundo. A Avaaz está trabalhando para “furar o apagão anti-protesto”.

O tempo é curto, e são necessárias poucas doações para que isso seja possível – cerca de 25 mil – e você também pode ajudar com doações de qualquer valor, debitadas em um cartão internacional.

Clique aqui e faça sua doação.

Um pouco mais sobre o Avaaz

Avaaz, que significa “voz” em várias línguas européias, do oriente médio e asiáticas, foi lançada em 2007 com uma simples missão democrática: mobilizar pessoas de todos os países para construir uma ponte entre o mundo em que vivemos e o mundo que a maioria das pessoas querem.

A Avaaz mobiliza milhões de pessoas de todo tipo para agirem em causas internacionais urgentes, desde pobreza global até os conflitos no Oriente Médio e mudanças climáticas. O nosso modelo de mobilização online permite que milhares de ações indivíduas, apesar de pequenas, possam ser combinadas em uma poderosa força coletiva. (Leia sobre os resultados na página dos Destaques de Campanha).

Operando em 14 línguas por uma equipe profissional em quatro continentes e voluntários de todo o planeta, a comunidade Avaaz se mobiliza assinando petições, financiando campanhas de anúncios, enviando emails e telefonando para governos, organizando protestos e eventos nas ruas, tudo isso para garantir que os valores e visões da sociedade civil global informem as decisões governamentais que afetam todos nós.


Banco de Dados “Cassandra”, da Apache, permite ter 2 bilhões de colunas em uma linha

Um banco de dados livre capaz de armazenar linhas tão grandes pode ser muito útil, especialmente para a grande quantidade de dados dos maiores projetos de computação na nuvem, além de aplicações web de grande porte. Vários serviços já utilizaram esse banco de dados, incluindo o Digg, Twitter e Facebook. Foi o Facebook que desenvolveu o SGBD. O maior cluster do Cassandra possui mais de 400 servidores.

O novo recurso (Large Row Support) que permite que o banco armazene 2 bilhões de colunas em uma linha foi disponibilizado na versão última versão, a 0.7. Era possível armazenar aproximadamente 2GB de dados em uma linha, agora esse limite máximo foi removido.

Outros recursos foram adicionados nessa versão, como a adição de índices secundários e a possibilidade de fazer alterações em um esquema (schema) sem reiniciar o cluster inteiro. O Cassandra é um banco de dados não-relacional (NoSQL). Bancos de dados desse tipo possuem a vantagem de armazenar fácil e rapidamente uma grande quantidade de dados em um ambiente de clusters.


Facebook ajuda a polícia a encontrar um ladrão

Ouvimos histórias ruins sobre o Facebook todos os dias, geralmente envolvendo criminosos que coagem usuários a dar informações importantes. O que não era de se esperar é que a rede social poderia ajudar a capturar um ladrão. Nicole Telles, gerente de uma loja no estado de Massachusetts, Estados Unidos, recentemente usou os serviços do site para conseguir encontrar o criminoso.

Ele disse à polícia que um homem foi ao banheiro da loja e roubou uma TV de 27 polegadas que ficava lá. “Os clientes gostavam de assistir TV quando estavam no banheiro”, disse ela. Incrivelmente ele levou a TV escondida embaixo da camisa.

O ladrão foi muito pouco esperto quando pagou sua gasolina usando o cartão de crédito. A partir daí seu nome já era conhecido: Tyler Hurst. Sabendo dessa informação, Nicole foi procurar seu perfil no Facebook. Ele aceitou o pedido na mesma hora, sem mesmo conhecer Nicole.

Quando Tyler aceitou Nicole como amiga no Facebook, ela teve acesso às suas fotos e outras informações pessoais. O chefe dela mandou uma mensagem para ele e pediu pra que ele devolvesse a televisão, e em troca, ele não chamaria a polícia.

Tyler ignorou a mensagem e removeu Nicole da sua lista de amigos. Então ela chamou a polícia e deu as informações, além de várias fotos que ela encontrou no perfil de Tyler. A polícia agora poderia encontrar a pessoa certa, e o ladrão foi preso logo em seguida.

Fonte: PCWorld


Mosaico dos sites mais acessados na internet

O site nmap cria um mosaico a partir dos sites mais acessados na internet. O sistema criado utiliza os favicons (ícones que aparecem ao lado da barra de endereços) para demonstrar o “tamanho” de cada site. Os dados que foram utilizados foram os fornecidos pelo site Alexa.


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