Saiba mais sobre a DigitanOcean: Adeus Amazon (AWS)… Olá DigitalOcean!

Tag: linux

Testando a conexão do seu desktop ou servidor Linux por linha de comando com o Speedtest-cli

O Speedtest.net é uma ferramenta bem conhecida e confiável para realização de testes de velocidade. Ele tem diversos servidores de teste espalhandos pelo mundo, e vai escolher o mais próximo ao lugar onde você está, para um teste mais confiável.

Há alguns anos fiz esse artigo sobre teste de velocidade de internet, mas hoje em dia o que eu faço é criar um script que testa periodicamente a velocidade (coloco de hora em hora) e salva os resultados em um log.

Vou mostrar como fazer. Abra o Terminal (CTRL+ALT+T).

Primeiro você deve verificar a versão do python que você tem instalada. Deve ser superior à 2.4:

python -V

Os três comandos abaixo vão baixar, dar permissão de execução e mover para /usr/bin, assim ele poderá ser chamado a partir de qualquer lugar.

sudo wget https://raw.github.com/sivel/speedtest-cli/master/speedtest_cli.py
sudo chmod a+rx speedtest_cli.py
sudo mv speedtest_cli.py /usr/bin/speedtest-cli

Agora você pode rodar o comando abaixo:

speedtest-cli

E terá um resultado como esse:

Retrieving speedtest.net configuration...
Retrieving speedtest.net server list...
Testing from Global Village Telecom (177.158.236.209)...
Selecting best server based on latency...
Hosted by UAUBR (Simao Dias) [76.36 km]: 9.644 ms
Testing download speed........................................
Download: 14.33 Mbit/s
Testing upload speed..................................................
Upload: 5.22 Mbit/s
Share results: http://www.speedtest.net/result/5269792489.png

E assim será possível constatar que estou sendo roubado pela operadora, já que contratei 50 Mega e estou recebendo menos de 15 😛

Uma coisa bem interessante é o "Share results" onde ele disponibiliza um link para a imagem de resumo do teste realizado, assim dá pra deixar registrado e compartilhar com outras pessoas, da mesma forma que é feito pelo site do Speedtest.net.

Também podemos criar um script que testa periodicamente e guarda o dados em um log.

Digite sudo nano /usr/bin/speedtest.sh (ou outro nome que desejar) e coloque o conteúdo abaixo:

#!/bin/bash

#Script que testa velocidade da internet utilizando o Speedtest.net
#Autor: Tiago Passos
#Fonte: http://blog.tiagopassos.com/2016/04/22/testando-a-conexao-do-seu-desktop-ou-servidor-linux-por-linha-de-comando-speedtest-cli/

echo "###" >> ~/speedtest.log
date >> ~/speedtest.log
speedtest-cli --share >> ~/speedtest.log
date >> ~/speedtest.log
echo "###" >> ~/speedtest.log
echo "" >> ~/speedtest.log

Não esqueça de dar permissão de execução:

sudo chmod +x /usr/bin/speedtest.sh

Nesse caso eu salvei o log na raiz do usuário logado (~/speedtest.log), mas você pode escolher outro lugar. Adicionei a data (date) porque o teste não, mostra na saída de texto, nenhuma data.

Pra completar, podemos colocar o teste no cron. Para executar de hora em hora. Digite:

crontab -e

E acrescente a linha:

0 * * * * speedtest.sh

Pronto! Deu certo? Deu errado? Teve que fazer diferente? Comente!

Fonte:


Compatibilidade do Notebook DELL I14-5448-C25 e do Wi-Fi Intel 7265

Comprei um Notebook Notebook DELL I14-5448-C25, que vem com a placa Wi-Fi Intel 7265, recentemente, e estou escrevendo esse post apenas para registrar que ele não é compatível com o Linux (especificamente o Linux Mint).

Com isso quero dizer que, se você instalar o Linux Mint 17 nele, nem tudo vai funcionar automaticamente, em especial a placa wi-fi e a placa de rede.

A placa wi-fi chega a conectar, mas fica totalmente instável, com conexão lenta e perda de pacotes após alguns minutos, até que eventualmente para de funcionar até que você reinicie a placa.

O que eu gostaria de escrever nesse post é como fazer pra que ela funcione corretamente. E para isso pesquisei em vários fóruns, que davam várias sugestões (links abaixo). Como tentei muitas coisas diferentes, é difícil dizer o que realmente funcionou, e para ter certeza do que funcionou, eu teria que reinstalar o Linux Mint (coisa que nesse momento exato não tenho tempo para fazer).

Como não queria que toda a pesquisa passasse em branco, resolvi fazer esse post para que sirva de guia pra quem tiver o mesmo problema.

O que consegui na verdade não foi a solução do problema, e sim uma solução de contorno.

As placas WI FI modernas vem com suporte a 3 padrões diferentes (B, G e N). Para fazer funcionar, tive que desativar o suporte ao padrão N, com conexões mais rápidas, porque supostamente é aí que reside o bug que faz a placa ficar instável. O efeito colateral disso é que a conexão máxima seria do padrão G (54Mbps). Mas como dificilmente me conecto em uma rede maior que isso, pra mim não faz tanta diferença.

Outra coisa que fiz e talvez ajude foi atualizar para o Kernel 4.5. Também desativei o modo de economia de energia, o que também deve ter ajudado.

Quando instalei o Kernel novo, o monitor, que antes ficava com um brilho bem baixo, também começou a funcionar corretamente.

O problema que realmente não consegui resolver ainda foi a placa de rede (Ethernet, cabeada) que não funciona.

Se alguém identificar a solução mais efetiva para o problema do WI-FI e da Ethernet, peço encarecidamente que compartilhe aqui nos comentários. Adicionarei ao artigo com os devidos créditos.

Segue abaixo todos os links que utilizei, para referência:


Instalando o Kernel 4.5 no Linux Mint, Ubuntu e Debian rapidamente

Essa é uma daquelas dicas rápidas. Então vamo lá:

Acesse o terminal (CTRL + ALT + T).

Para Kernel de 32 bits, digite o comando:

cd /tmp; wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_i386.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500_4.5.0-040500.201603140130_all.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-image-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_i386.deb; sudo dpkg -i *.deb

Para Kernel de 64 bits, digite o comando:

cd /tmp; wget http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_amd64.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-headers-4.5.0-040500_4.5.0-040500.201603140130_all.deb http://kernel.ubuntu.com/~kernel-ppa/mainline/v4.5-wily/linux-image-4.5.0-040500-generic_4.5.0-040500.201603140130_amd64.deb; sudo dpkg -i *.deb

Depois você precisa atualizar o GRUB:

sudo update-grub

E reiniciar o computador:

sudo reboot

Pronto! Está tudo atualizado! 🙂

Informações adicionais:

Pra saber a versão atual do Kernel, digite:

uname -r

Caso queira remover o Kernel instalado:

sudo apt-get purge linux-image-4.5-*

E em seguida atualize o GRUB novamente

sudo update-grub

Você pode escolher usar uma das versões anteriores quando iniciar o sistema.

Esse tutorial foi testado no Linux Mint 17, mas a principio funciona no Debian e Ubuntu sem problemas.

Fonte: https://mintguide.org/system/584-install-linux-kernel-4-5-stable-on-linux-mint.html


Como instalar o mod_rewrite para PHP do Apache2 no Linux

Para instalar o mod_rewrite no Ubuntu ou Linux Mint, abra o terminal (CTRL + ALT + T) e digite:

sudo a2enmod rewrite
service apache2 restart

Pronto!

Se você executar o primeiro comando novamente, o sistema confirmará que o mod_rewrite já está ativo com a seguinte mensagem:

Module rewrite already enabled

Testado no Linux Mint 17, e deverá funcionar também no Ubuntu 14.04

Fonte: https://www.digitalocean.com/community/tutorials/how-to-set-up-mod_rewrite-for-apache-on-ubuntu-14-04


Como instalar a extensão intl para PHP do Apache2 no Linux

Para instalar a extensão intl para PHP no Ubuntu ou Linux Mint, abra o terminal (CTRL + ALT + T) e digite:

sudo apt-get update
sudo apt-get upgrade
sudo apt-get install php5-intl
sudo /etc/init.d/apache2 restart

Pronto! 🙂

Testado no Linux Mint 17, e deverá funcionar também no Ubuntu 14.04

Fonte: http://php.net/manual/pt_BR/intl.setup.php


Configurando Proxy pelo Terminal no Linux Mint e Ubuntu para utilizar o apt-get

Se você está em uma rede em que um proxy precisa ser configurado manualmente e não está conseguindo utilizar o apt (Exemplo: apt-get update) no Linux Mint ou Ubuntu, pode ser necessário configurar manualmente o Proxy. Sendo assim, execute os abaixo no Terminal (CTRL + ALT + T):

No Linux Mint:

sudo pluma /etc/apt/apt.conf

No Linux Ubuntu:

sudo gedit /etc/apt/apt.conf

Se o proxy POSSUI usuário e senha, coloque o seguinte conteúdo no arquivo:

Acquire::http::proxy "http://Usuario:Senha@Servidor:Porta/";
Acquire::https::proxy "https://Usuario:Senha@Servidor:Porta/";
Acquire::ftp::proxy "ftp://Usuario:Senha@Servidor:Porta/";
Acquire::socks::proxy "socks://Usuario:Senha@Servidor:Porta/";

Se o proxy NÃO POSSUI usuário e senha, coloque o seguinte conteúdo no arquivo:

Acquire::http::proxy "http://Servidor:Porta/";
Acquire::https::proxy "https://Servidor:Porta/";
Acquire::ftp::proxy "ftp://Servidor:Porta/";
Acquire::socks::proxy "socks://Servidor:Porta/";

Pronto. Agora seu proxy está funcionando! Dúvidas? Pergunte nos comentários!

O procedimento foi testado no Linux Mint 17

Fonte: http://community.linuxmint.com/tutorial/view/2002


Instalando o PostgreSQL no Linux Mint ou Ubuntu

Para instalar o PostgreSQL no Linux Mint ou Ubuntu, primeiramente você precisa criar um arquivo "source" para ser utilizado com o apt-get.

Abra o Terminal (CTRL + ALT + T) e digite:

sudo touch /etc/apt/sources.list.d/pgdg.list

Depois edite o arquivo com o editor de sua preferência. Usarei o pluma (Linux Mint). No Ubuntu você pode usar o gedit.

sudo pluma /etc/apt/sources.list.d/pgdg.list

A configuração abaixo serve para o Linux Mint 17 ou Ubuntu 14.04 (Trusty). Caso esteja utilizando outra versão, será necessário utilizar o repositório adequado. Dentro do arquivo, coloque o seguinte conteúdo:

deb http://apt.postgresql.org/pub/repos/apt/ trusty-pgdg main

Salve o arquivo e digite as seguintes linhas (uma por uma):

sudo apt-get install wget ca-certificates -y
wget --quiet -O - https://www.postgresql.org/media/keys/ACCC4CF8.asc | sudo apt-key add -
sudo apt-get update -y
sudo apt-get upgrade -y
sudo apt-get install postgresql-9.4 pgadmin3 -y

Note que a linha "sudo apt-get upgrade -y" pode demorar bastante. O parâmetro -y serve para que não sejam feitas perguntas (sim para tudo).

Pronto! O PostgreSQL está instalado. Para este artigo foi utilizado o PostgreSQL 9.4 e o Linux Mint 17.

Agora você vai precisar definir uma senha para o PostgreSQL e em seguida pode começar a utilizá-lo!

Fonte: http://www.codeproject.com/Articles/898303/Installing-and-Configuring-PostgreSQL-on-Linux-Min

 


Adeus Amazon (AWS)… Olá DigitalOcean!

Quando preciso hospedar um site (inclusive esse blog), não há dúvidas, uso meu próprio host (ProjetoWeb.Info). Mas eventualmente preciso hospedar uma aplicação ou serviço com alguma peculiaridade e, nesses casos não tem muito pra onde correr: tenho que usar uma VM (máquina virtual).

Fui cliente da Amazon (AWS) e não tenho do que reclamar. O serviço é realmente bom, estável, confiável, mas o problema é o preço. A máquina que precisava para esse caso é bem pequena, cerca de 512MB de RAM, 1 core (processador) em 5GB de disco seriam suficientes, mas na Amazon de uma VM como essa fica em torno de US$15/mês. O que não é um valor tão alto assim, mas com a cobrança de IOF (6%) e a alta do dólar, isso começou a me incomodar.

Sendo assim, fui em busca de uma alternativa viável em listas de discussão e perguntando a amigos. Encontrei uma ótima opção: DigitalOcean. Além de ser uma opção muito mais em conta (US$5/mês ao invés de US$15/mês), o "painel de controle" deles é MUITO mais simples que o da Amazon. É possível colocar uma VM no ar em 55 segundos, e a senha de root é enviada imediatamente para o seu e-mail. Para ter agilidade e segurança, eles recomendam (opcionalmente) que se utilize chaves públicas, especialmente se você pretende administrar mais de uma máquina.

Outra utilidade interessante das VMs da DigitalOcean é para o caso de você precisar de uma máquina pra fazer testes rápidos. Você pode criar uma VM, fazer seus testes, e depois excluí-la, pagando só pelo tempo de utilização (por hora). O preço por hora é U$0,007, ou seja, menos de 1 centavo de dólar!

Veja um pequeno vídeo mostrando como criar seu "Droplet" (é como eles chamam as VMs de lá).

Pra quem não precisa das dezenas de serviços oferecidos pela Amazon, a DigitalOcean é uma ótima opção. É possível escolher entre data centers na Europa, Ásia e nos Estados Unidos. Pelos meus testes, o que ofereceu melhor performance a partir da Brasil foi o de Nova York (NYC).

Além disso, se inscrevendo por esse link você ganha US$10 de crédito pra começar a brincadeira sem desembolsar nenhum centavo. 😉


Instalar LibreOffice em Português do Brasil com corretor ortográfico no CentOS 6

Instalei o CentOS 6 Minimal Desktop, que vem apenas com os pacotes básicos para o ambiente gráfico. Depois disso, resolvi instalar o LibreOffice. Para que tem a mesma dúvida, é bem simples:

Primeiro atualize o sistema:

yum update -y

Depois instale o LibreOffice:

yum install libreoffice-base libreoffice-core libreoffice-calc libreoffice-impress libreoffice-writer libreoffice-langpack-pt-BR -y

Pronto! Você acabou de instalar o LibreOffice em Português do Brasil com corretor ortográfico.Fácil né?


Problema com o Nagios: Could not read object configuration data!

Se você abriu seu "painel de controle" do Nagios e deu de cara com esse problema (Could not read object configuration data!) em algumas páginas, esse post pode lhe ajudar.

A mensagem completa é essa:

Whoops!

Error: Could not read object configuration data!

Here are some things you should check in order to resolve this error:

  1. Verify configuration options using the -v command-line option to check for errors.
  2. Check the Nagios log file for messages relating to startup or status data errors.

Make sure you read the documentation on installing, configuring and running Nagios thoroughly before continuing. If all else fails, try sending a message to one of the mailing lists. More information can be found at http://www.nagios.org.

Resolvendo o problema

Existem algumas soluções prováveis para o problema, vou listar uma por uma. A forma de parar o Nagios o Apache pode variar de distribuição para distribuição e também da forma você instalou o Nagios.

Recomendo que você pare e inicie o Apache e o Nagios antes de tentar qualquer uma das soluções propostas abaixo.

No meu caso, que utilizo Centos 6, para parar e iniciar novamente o Nagios e o Apache executo os comandos:

service nagios stop
service httpd stop
service httpd start
service nagios start

O diretório padrão do Nagios também pode mudar. No meu caso é o /usr/local/nagios/

Você também pode parar e iniciar o nagios pelo executável:

/etc/init.d/nagios stop
/etc/init.d/nagios start

Há ainda uma terceira forma de iniciar o Nagios:

/usr/local/nagios/bin/nagios -d /usr/local/nagios/etc/nagios.cfg

Você pode verificar se o nagios está rodando com o comando ps -ef | grep nagios que deve retonar uma mensagem similar a essa:

nagios 3830 0.2 0.2 4668 1140 ? Ssl 11:35 0:00 /usr/local/nagios/bin/nagios -d /usr/local/nagios/etc/nagios.cfg

Se precisar forçar o encerramento do Nagios, execute o comando:

killall nagios

Depois de que você parar e iniciar o Apache e o Nagios, teste as opções abaixo:

  1. Verifique seu arquivo de configuração com o comando:
    /usr/local/nagios/bin/nagios -v /usr/local/nagios/etc/nagios.cfg

    O resutado final tem que ser esse:

    Total Warnings: 0
    Total Errors:   0
    

    Se retornar algum erro (Error) ou aviso (Warning), corrija seu arquivo de configuração (/usr/local/nagios/etc/nagios.cfg) e posteriormente pare o Nagios, o Apache, depois inicie o Apache e Nagios.

  2. Verifique se o disco da máquina não está cheio com o comando df -h. Se estiver, libere espaço em disco. Depois pare o Nagios, o Apache, inicie o Apache e Nagios.
  3. Altere as permissões dos arquivos da pasta do nagios para nagios:nagios e adicione o usuário nagios ao grupo apache:
    chown -R nagios:nagios /usr/local/nagios/
    usermod -G nagios apache

    Não se esqueça de parar o Nagios, o Apache, depois iniciar o Apache e o Nagios.

Você provavelmente já terá corrigido o problema com uma das soluções acima. Se não conseguiu, verifique se o log do Nagios tem alguma coisa que possa lhe ajudar:

tail -f /usr/local/nagios/var/nagios.log

Encontrou uma solução diferente? Adicione nos comentários! 🙂

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