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Minha mini-saga pelo reembolso do Windows

Você sabia que pode solicitar o reembolso do Windows que vem instalado em um notebook que você comprar, caso não deseje utlizá-lo? O Windows é um produto individual (já que pode ser comprado separadamente), e quando ele veio instalado no notebook que você comprou, é considerado venda casada, que é quando você é obrigado a levar um produto ao comprar o que lhe interessa (imagine que toda vez que você fosse na padaria comprar pão, fosse obrigado a levar junto um chocolate "de graça").

Muitos fornecedores dizem que é brinde, mas não é. Você está pagando por isso. Aqui vou fazer um breve relato de como consegui o reembolso, de uma forma um pouco diferente do que li em outros relatos na internet.

Eu uso exclusivamente Linux em casa há uns 6 anos. Meu penúltimo notebook veio com Windows instalado, e eu sequer iniciei ele a primeira vez. Na época sabia que poderia solicitar a devolução, mas acabei deixando pra lá.

No fim do ano passado comprei um notebook novo (Um Dell, no Submarino. O Submarino é da empresa B2W, que também é dona do Shoptime e das Americanas.com) no Black Friday. Não tinha a opção de comprar sem Windows, e no site da Dell, que dá essa opção, era mais caro. Resolvi comprar e tentar o reembolso depois.

O notebook chegou e segui a orientação que vi em vários relatos: não ative o Windows (ou seja, começar a usar pela primeira vez). Você até pode ligar ele, mas quando chegar na hora de clicar no botão para aceitar os termos, você não deve clicar. Se fizer isso, o produto é ativado e a devolução fica impossibilitada.


Você NÃO DEVE clicar no botão ACEITO!

Também foram feitas sugestões de fotografar quando você tiver desembalando o produto, bem como as etiquetas de entrega que estiverem na caixa, e fotografar também as telas dos termos do Windows (como essa acima). Eu fiz isso, mas não foi necessário. Em todo caso, não custa nada fazer, para o caso de solicitarem as imagens.

Depois é hora de ligar para o lojista e solicitar a devolução. Se negarem, informe que você está amparado pelo código de defesa do consumidor, que proíbe venda casada. Provavelmente vão dizer que é brinde, mas insista. Se não tiver êxito, diga que vai entrar no Procon. Lembre de anotar o protocolo da ligação, além da data, hora e nome do atendente. Se a loja não fornecer protocolo, envie a solicitação por e-mail para que fique registrado (e guarde o e-mail, claro!).

Recomendo que ligue também para a Microsoft e o fabricante (no caso, a Dell). Eu não fiz isso, mas se tivesse feito, talvez tivesse encurtado a história (no final você vai saber o motivo).

No meu caso, teve um facilitador. O submarino enviou, na nota fiscal, discriminado o valor do softwares. Então já ficou claro que se tratava de venda casada.

Nota fiscal discriminando o valor da licença do Windows

Nota fiscal discriminando o valor da licença do Windows

Não obtive êxito junto à loja. Mas é importantíssimo que você reclame com a loja antes de seguir adiante. E isso deve ser feito o quanto antes. De preferência, dentro de 7 dias. Depos de reclamar à loja e não conseguir resolver, você te duas opções:

  • Registrar uma reclamação contra a loja e a Microsoft (não esqueça da Microsoft!) no Procon.
  • Ir ao juduciário (juizado especial). Se não souber onde fica, ligue para o Tribunal de Justiça do seu estado (normalmente no rodapé do site tem o telefone).

As duas opções são gratuitas e não é necessário advogado. Sugiro ir ao Procon primeiro, pois tende a ser mais simples pra resolver. Se não resolver, e você for ao judiciário, o juiz provavelmente irá ver com bons olhos o fato e você ter tentado todas as opções antes de judicializar.

Fui ao Procon, e o acordo que me foi oferecido pela B2W (Submarino) foi a devolução do notebook, e obviamente eu não aceitei, já que comprei numa promoção e não conseguiria comprar novamente pelo mesmo preço. A Microsoft não compareceu.

Decidi ir ao juizado especial, porém demorei algumas semanas pra fazer isso. Mas antes que eu desse entrada, meu telefone tocou:

– Alô, Tiago? Aqui é Fulana, advogada da Microsoft do Brasil. Estou ligando para oferecer uma acordo para que seja retirada a queixa no Procon.

– Certo… qual o acordo?

– R$350 (trezentos e cinquenta reais). Você aceita?

– Precisa de quê?

– Só do nome do seu banco, agência e conta corrente. O dinheiro cai em 15 dias.

– Tá bom… aceito

Dois dias depois cai o dinheiro na minha conta.

Se quiser saber mais sobre o Windows, procure por "Reembolso Windows" no Google. Tem vários e vários relatos explicando como fazer 😉

 


A Microsoft faz um vídeo para comemorar 20 anos de Linux. WTF!?

Agora eu não sei mais o que esperar. A Microsoft passa 20 anos jogando pedra no Linux e agora resolve “sugerir” uma trégua e comemorar o aniversário do Pinguim?

Se eu não tivesse visto o vídeo, eu nunca acreditaria… Veja você mesmo:


Instalar a fonte Tahoma no Ubuntu

As fontes da Microsoft podem ser instaladas através do pacote msttcorefonts, mas por algum motivo que desconheço, a fonte Tahoma não está nesse pacote. Então seguem instruções para conseguir ter essa fonte no seu Ubuntu. Abra o menu principal / Acessórios / Terminal. Depois digite o seguinte:

cd ~
wget http://download.microsoft.com/download/ie6sp1/finrel/6_sp1/W98NT42KMeXP/EN-US/IELPKTH.CAB
mkdir temp
mv IELPKTH.CAB temp
cd temp
cabextract IELPKTH.CAB
sudo cp *.ttf /usr/share/fonts/truetype/msttcorefonts/

Trocando em miúdos: os comandos acima fazem o download direto do pacote CAB do site da microsoft, faz sua extração e move a Tahoma para a pasta de fontes da Microsoft, no seu Ubuntu.

Feche e abra o programa (caso ele já esteja aberto) que deseja utilizar as fontes e Voilá! A Tahoma está lá! 🙂

O procedimento foi testado no Ubuntu 10.04 LTS, mas a princípio funcionará nas distribuções posteriores.


Governo da Letônia passará a utilizar o Open Document Format (ODF) em seus órgãos

Quarta-feira passada Simon Phipps, antigo responsável pelo programa open-source da Sun, escreveu em seu blog sobre a apresentação numa conferência na Letônia sobre o Open Document Format (ODF). O ODF é formato de livre de texto (equivalente ao DOC, da Microsoft), planilha (equivalente ao XLS) e vários outros. O padrão é utilizado no BrOffice, OpenOffice, LibreOffice etc. Ele conta que o governo da Letônia fez um anúncio oficial de que, de agora em diante, todos os departamentos do Governo da Letônia irão aceitar documentos no formato ODF.

Apesar de ser um país bastante pequeno e não tão influente na economia internacional, essa tendência deve alcançar vários outros países europeus nos próximos anos. O problema de se usar formatos proprietários (como o DOC) para armazenar os documentos oficiais ou de valor histórico é que somente a empresa detentora do formato (no caso, a Microsoft) conhece o processo de armazenamento da informação. Isso quer dizer que, se em 10, 20 ou 50 anos o formato for extinto, por exemplo, toda a informação corre risco de se perder.

Apesar de ser possível – com o BrOffice, OpenOffice e o LibreOffice – abrir arquivos no formato DOC, não existem garantias de que toda a integridade da informação e formatação do documento foi preservada quando o arquivo é aberto por um desses programas. Além disso, traz outro problema: os governos se tornam dependentes de uma tecnologia proprietária quando existe uma tecnologia livre e gratuita equivalente. Muito dinheiro é gasto em licenças desnecessárias.

O formato ODF também pode ser aberto pelos produtos da Microsoft, então uma pessoa que já tenha o Office em seu computador não precisa instalar outro programa, apesar de esses softwares serem gratuitos.

Fonte: The H Open Source


IBM, Google, Microsoft entram na “Corrida do Ouro” dos edifícios verdes

O novo “boom” da TI Verde está melhorando a eficiência de consumo de energia em prédios de escritórios, e vai promover uma intensa competição entre os fabricantes de sistemas de controle e monitoramento de edificações, e empresas de TI como a IBM, Google, Cisco e Microsoft, segundo um relatório do Lux Research Inc.

Na esperança de absorver o mercado de prédios inteligentes, as empresas de TI estão em guerra contra gigantes como Johnson Controls, Siemens, Honeywell e Schneider Electric, que já possuem a maior fatia do mercado nessa área.

Michael LoCascio, analista da Lux Research, diz que o mercado de tecnologia na construção civil terá um boom similar ao das empresas .com no fim dos anos 90. O relatório prevê uma era do ouro entre emprenteiros e aquisições frenéticas, seguidas por crise e estabilização em 2015.

A pesquisa de mercado diz que “construções convencionais consomem muita energia para ilumiação, climatização e ventilação, sem considerar as variações do número de ocupantes, ou mudanças das condições ambientais”. Sensores e controles mais inteligentes podem reduzir o consumo de energia em 20% – ou até em 60% para funções específicas, como iluminação.

Fonte: Computerworld


Um em cada dez internautas usa o Google Chrome

O número de pessoas que utiliza o Google Chrome cresceu bastante, e às custas do Internet Explorer, da Microsoft, que vem perdendo gradativamente usuários com o passar dos anos. Agora 1 em cada 10 pessoas quase acessam a internet usa o novegador do Google.

Gráfico de Utilização dos Navegadores do Final de 2009 ao Final de 2010

Segundo as estatíticas fornecidas pela Net Applications, a utilização do Google Chrome, que estava em 9.3% em novembro, saltou para 10% em dezembro de 2010. O Chrome é um dos melhores veículos que o Google tem para desenvolver, explorar e promover novos recursos.

O Mozilla Firefox, em segundo lugar, ficou com 22.8% dos usuários. O Safari, da Apple, com foi de 5.6% a 5.9%, e o Opera com 2.2%. O crescimento do Safari, assim como o do Google Chrome, foi às custas do Internet Explorer, que caiu de 58.4% para 57.1%.

Fonte: CNET News


Microsoft apaga acidentalmente e-mails dos usuários do Hotmail

Segundo o jornal australiano Sidney Morning Herald, os usuários do Hotmail já começaram o ano com o pé esquerdo. Foram registradas quase 500 páginas com reclamações de usuários dizendo que seus e-mails sumiram das suas contas.

Muitos usuários também reclamaram de ter todas as suas mensagens da caixa de entrada enviadas para a “lixeira”. A empresa informou que fará o possível para resolver o problema caso a caso, e que parece ser um problema pontual.

Existem ao redor do mundo 360 milhões de contas do Hotmail.


Como as grandes empresas de tecnologia criaram seus nomes

Muitas vezes vemos os nomes das grandes marcas de empresas de tecnologia e não fazemos a mínima idéia de o que eles significam ou como foram criados. Agora você vai saber que é bem mais simples do que parece!

Apple
Era a fruta favorita (maçã) de Steve Jobs.

CISCO
É a abreviatura de San Francisco.

Corel
É derivado do nome do fundador (Dr. Michael Cowpland): COwpland REsearch Laboratory.

Google
Foi uma brincadeira sobre a quantidade de informação em que o sistema de busca seria capaz de procurar. Foi chamado originalmente de ‘Gogol’, que representa um número seguido de cem zeros.

Hotmail
O fundador Jack Smith teve a idéia de acessar o e-mail pela web de qualquer computador no mundo. quando Sabeer Bhatia entrou no negócio, tentou vários nomes terminados com ‘mail’, e finalmente incluiu as letras HTML. Finalmente ficou: HoTMaiL.

Intel
Bob Noyce e Gordon Moore queriam usar o nome ‘Morre Noyce’, mas já tinha sido registrado por um hotel. Então criaram a palavra a partir de INTegrated ELetronics.

Lotus (Notes)
Mitch Kapor usou a palavra a partir da posição de Lotus ou ‘Padmasana’. Kapor foi professor na Transcedental Meditation of Maharishi Mahesh Yogi.

Microsoft
Vem de MICROcomputer SOFTware. Primeiro se escrevia “Micro-Soft”, mas depois o hífen foi removido.

ORACLE
Larry Ellison e Bob Oats trabalhavam em um projeto da CIA. Depois que o projeto acabou eles usaram o nome para a empresa.

SUN
Fundada por quatro colegas da Universidade de Stanford, é uma abreviatura de Stanford University Network

Yahoo!
A palavra foi inventada por Jonathan Swift e usada no seu livro “As viagens de Gulliver”. Representa uma pessoa que é repulsiva em sua aparência e em suas ações. Jerry Yang e David Filo se consideravam yahoos.


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